segunda-feira, 29 de agosto de 2016

ÚLTIMAS VAGAS !!! - CURSO AVANÇADO DE PILATES NOS APARELHOS - TAO PILATES - CURITIBA/PR



ÚLTIMAS VAGAS !!!

Descrição:

Avançado nos Aparelhos = 2 dias de curso, sábado ao domingo.

• Público Alvo:
Profissionais e estudantes com certificação no método Pilates Completo.
Observação: é necessária a certificação comprovada no método Pilates.

• Carga Horária:
16 - Horas / mec



  • Conteúdo:

1 - Série de exercícios Intermediários e Avançados no Reformer,Cadillac e Chair

• CADILLAC- 33 EXERCÍCIOS COM 58 VARIAÇÕES

• REFORMER- 43 EXERCÍCIOS COM 55 VARIAÇÕES

• CHAIR- 27 EXERCÍCIOS COM 30 VARIAÇÕES

2- Como evoluir e acompanhar o treinamento e a reabilitação.

3- Avaliações minuciosas da execução e correção de cada exercício

4-Supervisão de detalhes

5- Discussões de caso

6- Mini-laboratorio 



  • Materiais:

Material Impresso:
• Apostila com fotos de exercícios executados


  • Diferenciais:

- Direito de refazer o curso completo após 1 ano, SEM CUSTO NENHUM !!! (com o objetivo de reciclagem e revisão de todo o conteúdo....);
- Studio com 13 aparelhos de Pilates e todos acessórios para realização do método;
- Sala climatizada com 70 m2;


VALOR DO INVESTIMENTO: 
• consultar pelo e-mail secretaria@taopilates.com.br e/ou taopilates@taopilates.com.br
Telefone: (48) 3228-9898 - Whatsapp: (48) 8469-3828


TAO PILATES INSTITUTO DE MEDICINA DO ESPORTE - TAO CURSOS
TAO EDUCAÇÃO - CURSOS ON LINE PARA SUA EVOLUÇÃO
DR. JOEL STEINMAN - CRM 6447 - DIRETOR TÉCNICO

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Fisioterapia é eficaz se feita de forma correta. Avaliação é imprescindível



Um tratamento de fisioterapia sem diagnóstico fisioterapêutico é um tiro no escuro e, infelizmente, acontece com mais frequência do que deveria.

O médico nos examina, faz perguntas e analisa exames para chegar a um diagnóstico, isto é, chegar a uma conclusão sobre a doença que temos e propor o tratamento mais indicado para aquele problema. O remédio prescrito para dor de cabeça não é o mesmo para dor de estômago, e as característica pessoais de cada um também é levada em conta para o tipo de prescrição.

Na fisioterapia acontece a mesma coisa, ou deveria acontecer. O paciente deve ser examinado, interrogado e testes de fisioterapia devem ser feitos para se chegar a uma conclusão sobre a causa do problema. Um tratamento de fisioterapia sem diagnóstico fisioterapêutico é um tiro no escuro e, infelizmente, acontece com mais frequência do que deveria.

Se você é atendido sem uma avaliação inicial e os mesmos procedimentos aplicados em você, que tem uma lombalgia, estão sendo aplicados em alguém com dor no joelho ao seu lado, sem nenhuma boa justificativa, fico muito triste em te dizer que isso não é fisioterapia de qualidade.

O nosso sistema músculo-esquelético é bastante elaborado, e a causa da sua dor no joelho pode não ser a mesma da do seu amigo. Um pode ter dor por uma instabilidade articular e o outro porque se movimenta com alto impacto. O tratamento para essas duas condições são diferentes, então a resolução do problema só será efetiva através de um correto diagnóstico.

Fisioterapia funciona, e muito bem, se feita corretamente. Exija e procure profissionais que lhe deem a devida atenção e que realizem uma avaliação para chegar ao diagnóstico fisioterapêutico, e assim tratar o caso da maneira adequada.

Matéria publicada pelo site Eu Atleta

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Frequência cardíaca ou velocidade?


Será que todos nós sabemos a importância de se treinar com a frequência cardíaca? E a velocidade, quando utilizá-la?

E primeiro vieram os monitores cardíacos… Revolucionaram! Todo corredor queria ter o seu. Programar os treinos, controlar a intensidade, avaliar possíveis melhoras, iniciar programas de treinamento para portadores de necessidades especiais, eram algumas das utilidades dos monitores cardíacos. De repente, o GPS de pulso é apresentado ao universo da corrida. E foi a vez desse novo equipamento se tornar o sonho de consumo dos corredores. Mas a grande questão é: será que todos nós sabemos a importância de se treinar com a frequência cardíaca? E a velocidade, quando utilizá-la?

De um modo geral , quando queremos melhorar nosso condicionamento físico, seja porque estamos iniciando um programa de treinamento, voltando de um longo período pós-lesão ou realizando um trabalho de base, por exemplo, necessitamos gerar adaptações “centrais”. Tais adaptações estão relacionadas sobretudo ao sistema cardiorrespiratório. Desta forma, a frequência cardíaca é o melhor índice a ser utilizado para controle das sessões de treinamento. Controlar a intensidade, a recuperação e até mesmo se estamos muito cansados ou recuperados (frequência cardíaca basal e variabilidade da frequência cardíaca) são formas de utilizar a frequência cardíaca durante os nossos treinamentos.

Mas e a velocidade ou pace? Bom, passado aquele período em que já conseguimos alcançar um bom nível de condicionamento físico, está na hora de gerarmos adaptações “periféricas”, que são aquelas relacionadas à musculatura envolvida na atividade. Nesse momento passamos a utilizar “mais” (e não somente) a variável velocidade/pace do nosso GPS para controlar o treinamento. Variações na velocidade durante o treino irão, por exemplo, ativar mais (ou menos) as fibras de contração rápida, as de contração lenta, ou ambas. Também irá atuar na produção e na remoção do ácido láctico, entre outras respostas fisiológicas. E tudo isso, somado a um bom condicionamento físico, nos permitirá correr mais rápido, correr por mais tempo ou ainda correr por mais tempo e mais rápido.

Portanto, todas as vezes em que planejamos uma sessão de treinamento, ao utilizarmos um computador de treino (GPS + FC) devemos considerar: nível de condicionamento; período em que o atleta se encontra (base, específico, competitivo); objetivo da sessão de treinamento; e qual tipo de adaptação fisiológica queremos gerar.

Vale sempre relembrar que a frequência cardíaca é uma variável que sofre influência de diversos fatores, tais como temperatura ambiente, hidratação, nível de estresse, entre outros. Ou seja, a utilização desta variável para o controle do treinamento deve estar aliada ao bom-senso.
Agora será mais fácil sabermos quando treinar baseado em frequência cardíaca, em velocidade, ou em ambos.

Bons treinos e até a próxima!

Matéria publicada no site do Ativo.com

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8 dicas para quem tem problemas respiratórios



Em dias frios, a umidade do ar tende a baixar, colaborando para o surgimento dos problemas respiratórios. Saiba como evitá-los!

Apesar da prática de exercícios físicos ajudar a fortalecer a musculatura respiratória, atletas que sofrem com asma, bronquite, rinite e sinusite, por exemplo, devem ter um cuidado redobrado nos dias frios. O tempo seco – comum nesta época de baixas temperaturas – causa o ressecamento das narinas, favorecendo o aparecimento de diversos problemas respiratórios.

Além de ficarem mais vulneráveis no inverno, pessoas com histórico de doenças pulmonares tendem a sentir um impacto maior na performance. A respiração se torna mais difícil, o fôlego diminui e o organismo fica mais suscetível a contrair alergias respiratórias e doenças inflamatórias das vias aéreas.

De acordo com o infectologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Jean Gorinchteyn, é preciso tomar alguns cuidados para evitar esses desconfortos e ainda conseguir render bem nos treinos sem prejudicar a saúde. Confira:

1. Hidratação: É comum no inverno as pessoas beberem menos água, já que a percepção de sede tende a ser menor. Contudo, mesmo no frio, é preciso tomar pelo menos 2 litros por dia. A água ajuda a hidratar os tecidos das narinas e aliviar os problemas causados pelo ar seco.

2. Umidade do ar: Se não tiver um umidificador, uma boa dica é colocar uma bacia com água no quarto, principalmente se ela tiver o costume de dormir com o ar-condicionado ligado

3. Lavagem do nariz: para manter a narina limpa e hidratada, lave constantemente o nariz com soro fisiológico

4. Ventilação: Ambientes fechados aumentam a proliferação de doenças, portanto é bom evitar lugares com pouca circulação de ar e muito aglomerados. Se possível, procure sempre abrir a janelas

5. Mãos limpas: Carregue sempre um tubo de álcool em gel para limpar as mãos, principalmente após sair de transportes públicos ou lugares de grande movimento

6. Sintomas: Durante os treinos, preste atenção a sintomas como dores no peito, falta de ar e fraqueza. Se sentir algum deles, pare imediatamente o exercício, principalmente se tiver asma. Segundo o especialista, um terço das pessoas com asma corre o risco de ataque fatal, pois pode sobrecarregar o coração.

7. Horário: Prefira treinar no início da manhã e, de preferência, em lugares abertos, como parques. Se for fazer um treinamento na rua, evite vias muito congestionadas por causa da alta concentração de poluentes.

8. Atividades aquáticas: Esportes na água, como natação, são excelentes para quem tem problemas respiratórios. Além da elevada umidade do ar no ambiente, a modalidade trabalha a respiração como um todo, aumenta o fluxo de ar e ainda ajuda a expandir a caixa torácica.

(Fonte: Jean Gorinchteyn, infectologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo).
Matéria publicada no site do Ativo.com

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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Treino de hipertrofia: erros comuns



Veja cinco erros comuns durante o treino de hipertrofia que podem atrapalhar os seus resultados
O site Cidade Verde separou cinco erros comuns durante o treino de hipertrofia. Tome cuidado e evite repetir esses erros.

1. Achar que é um guindaste!
A menos que você seja um powerlifter ou basista, como preferirem, não existe a necessidade de você deslocar o máximo possível de peso durante seu treino. Existem maneiras muito mais eficientes de ter bons resultados em termos de hipertrofia, usando variáveis como amplitude de movimento, métodos de treino, intervalo de descanso, número de séries entre outros! A carga é apenas uma das variáveis envolvida em seu treino e no geral, nem sempre é uma das mais importantes. Métodos que se baseiam em estímulos metabólicos, por exemplo, usam menos carga e são comprovadamente mais eficientes em dados momentos da periodização.

Além disso, quanto mais carga você usar, maiores as chances de lesão. Em dados momentos da periodização, iremos dar mais enfoque aos estímulos tensionais, que necessitam de mais carga para serem executados. Mas isso não significa que você precise usar todo o peso possível. Mesmo em treinos de força, a execução do movimento não pode ser afetada pela quantidade de carga. Além disso, para a hipertrofia de nada importa a quantidade de carga que você usa, mas sim a capacidade que esta carga tem de gerar estímulos que vão desencadear em microlesões. No contexto geral, a carga é um dos fatores a serem levado em conta e jamais, será o mais importante. A menos que você seja um levantador de peso ou guindaste!

2. Passar horas e mais horas na academia
Temos duas bases que servem de ponto de partida na montagem de uma periodização, o volume e a intensidade. Estes dois, são inversamente proporcionais. Portanto, se você aumenta um o outro, invariavelmente, é reduzido. Hoje, uma série de estudos e linhas de pensamento, dentro da educação física, já nos mostram que os treinos mais intensos, quando aplicados, nos trazem benefícios muito maiores do que os treinos de alto volume. O problema é que criou-se uma certa paranoia de que você precisa passar pelo menos uma hora dentro da academia treinando, no mínimo 5 vezes por semana. Com isso, vemos uma série de absurdos, de pessoas perdendo um de nossos bens mais preciosos, o tempo.

3. Treinar sempre da mesma maneira
Se formos avaliar de maneira profunda e ao mesmo tempo simples, o treino de hipertrofia é feito para que haja uma adaptação em nosso corpo. Um treino que não produz este efeito, não tem resultados efetivos. Neste sentido, é no mínimo pouco inteligente treinar sempre da mesma maneira e esperar que os resultados aconteçam de maneira contínua. Se você busca resultados efetivos, precisar variar seu treino. Isso de maneira alguma, significa inventar exercícios ou execuções.
Quando falamos em variar, pense em mudar a ordem dos exercícios, o intervalo de descanso, o número de séries, a quantidade de treinos por semana e outras variáveis que podem ser manipuladas. Além disso, existem sim possibilidades de mudar os exercícios, mas de maneira alguma, isso significa que você precise inventar algo novo. A musculação tem uma gama muito grande de exercícios eficientes e que pode ser muito úteis para seu objetivo!

4. Trocar de treino a toda hora
Se treinar da mesma maneira sempre é um problema, trocar de treino a todo momento, pode ser um problema para quem busca a hipertrofia. Não que as modalidades que mudam o tempo todo o treino sejam de um todo ruim, mas no geral, temos um problema: não temos uma melhora substancial da qualidade dos movimentos. Chega num ponto em que o desenvolvimento acaba ficando comprometido. Não tem jeito! Neste contexto, é muito importante que você mantenha por um determinado tempo, que pode ser de duas semanas a 3 meses, uma estrutura de treino linear, onde o treino estará parecido (não necessariamente igual) por mais tempo. Desta forma, será possível melhorar a qualidade dos movimentos e a coordenação motora, um fator fundamental para seu sucesso!

5. Treinar sem periodização
Provavelmente este é o erro mais comum e ao mesmo tempo, o que mais interfere nesta situação. Quem não sabe onde quer chegar pode tomar qualquer caminho. Muita gente me procura pedindo dicas específicas e pontuais e minha resposta quase sempre é a mesma: depende! Sem uma periodização adequada, seu treino estará totalmente comprometido, pois não haverá um norte a ser seguido, um controle de cargas e intensidade adequado e você provavelmente, não terá os resultados esperados ou então, pode até acabar se machucando. É muito importante salientar que a periodização não precisa ser complexa, como são feitas as dos atletas de alto rendimento. Mas um planejamento, com divisão dos ciclos e a correta distribuição das cargas, é fundamental para seus resultados em termos de musculação. Este talvez seja o erro mais comum e que mais esteja comprometendo seus resultados em termos de hipertrofia!

Perceba que o treino para a hipertrofia é bastante individual, mas se baseia em alguns princípios básicos. Quem sai muito disso, tem muito menos chances de obter bons resultados. Pense nisso e bons treinos!

Matéria publicada no site Cidade Verde.

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Confira uma dica de leitura biomecânica



Pesquisa científica de universidade pernambucana faz análise biomecânica em uma prova 100 m nado livre

Na natação, atualmente, a avaliação do desempenho dos nadadores, apoiam-se em diversas metodologias de observação da competição. As variáveis biomecânicas representam um importante recurso para análise da performance esportiva por serem indicadores da eficiência do nado, com aplicação simples e objetiva. O objetivo deste estudo foi realizar uma análise descritiva do desempenho na prova de 100 metros nado Livre feminino, baseada nas variáveis: comprimento de braçada (CB), frequência de braçada (FB), velocidade de nado (VN), índice de nado (IN), velocidade média escalar (Vm), tempo de saída (Ts) e tempo de virada (Tv), a fim de observar o comportamento e influências na performance.

Para ter acesso, na íntegra, do conteúdo, clique aqui.

(Fonte: Revista Brasileira de Educação Física e Esporte da USP).

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3 erros comuns em treinos na esteira



Segurar no aparelho, saltar durante a corrida, falar ao celular… Veja como essas ações impactam seus treinos na esteira.

Treinos na esteira têm muitas vantagens: você pode driblar problemas climáticos, de deslocamento e (até) de tempo. Entenda como usar o aparelho da melhor maneira possível na sua preparação e a fugir dos erros que podem atrapalhar o seu treinamento.

1. Segurar no aparelho
Quando você caminha ou corre na rua não costuma ter onde apoiar para ajudar no equilíbrio e sustentação do corpo. Certo? Na esteira, a lógica é a mesma. Se você usa esse apoio constantemente durante o exercício, traz mudanças biomecânicas para as passadas que podem causar compensações posturais. Isso fará com que a corrida se torne muito mais difícil. Um exemplo clássico é quando se coloca uma inclinação na esteira, mas, em vez de ajustar a posição do corpo inclinando-o para frente, você continua segurando no corrimão e tenta manter a mesma posição de quando a esteira estava sem inclinação. Isso também acontece quando há o aumento da velocidade. Na realidade, ao fazer isso seu treino continua com a mesma intensidade.
Se não conseguir ficar na esteira sem se segurar no aparelho, diminua a velocidade e, aos poucos, tente soltar as mãos. No começo, pode parecer difícil, mas com o tempo você se acostuma.

2. Saltar durante a corrida
Uma das maiores diferenças entre usar a esteira e caminhar ou correr na rua é a mecânica da máquina. Enquanto na rua você precisa se impulsionar para frente para a fase final do movimento da corrida, na esteira essa fase de propulsão é facilitada pela lona. Isso acarreta mudanças significativas na mecânica natural da corrida. O fato de você diminuir a ação do deslocamento à frente tende a fazer com que você salte mais na esteira. Isso resulta em maiores impactos nas articulações do tornozelo, do joelho e do quadril.

3. Usar o celular
Falar ao celular enquanto dirige tira a atenção do motorista. Isso pode tirar o seu foco no treino na esteira também. Usar o celular ao mesmo tempo em que você corre ou caminha pode fazer você tropeçar, ou que o aparelho caia. Para evitar o problema, basta parar o equipamento ou até mesmo pisar fora da lona, enquanto digita algo importante ou conversa com alguém ao lado, ações que necessitam de atenção.

(Fonte: Felippe Norimatsu, professor responsável pelos treinos de corrida na Reebok).
Matéria publicada no site do Ativo.com

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