quinta-feira, 16 de junho de 2016

Jovens consomem mais doces do que o necessário



Estudo afirma que 30% dos jovens brasileiros abusam nos doces

Estudo divulgado no dia 7 de abril, pelo Ministério da Saúde indica que um em cada cinco brasileiros consome doces em excesso – cinco vezes ou mais na semana. O índice é ainda maior entre os jovens: 28,5% da população entre 18 e 24 anos têm alimentação com muito açúcar. Nessa mesma faixa etária, 30% também costuma beber refrigerantes diariamente. O diabetes, segundo o levantamento, atinge atualmente 7,4% da população adulta do país, contra 5,5% registrado em 2006.

Os dados fazem parte da pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2015) e foram divulgados em razão do Dia Mundial da Saúde, lembrado hoje. O estudo monitora fatores de risco para doenças crônicas, atualmente responsáveis por 72% das mortes no país. Foram entrevistados por telefone 54 mil adultos que vivem nas capitais brasileiras.

De acordo com a pesquisa, o diabetes é mais frequente entre as mulheres (7,8%) que entre os homens (6,9%) e se torna mais comum com o avanço da idade. Entre as cidades, o Rio de Janeiro apresentou o maior índice (8,8%), seguido por Porto Alegre (8,7%) e Campo Grande (7,9%). Palmas, por sua vez, apresentou o menor índice (3,9%), seguida por São Luiz (4,4%), Boa Vista e Macapá (ambas com 4,6%).

Os números mostram também que, apesar do avanço do diabetes no país, as internações provocadas por complicações da doença diminuíram 11,5% nos últimos cinco anos. Em 2015, foram registradas 67,1 internações para cada grupo de 100 mil habitantes contra um índice de 75,9 em 2010. No ano passado, foram contabilizadas 137,4 mil internações por agravos do diabetes no Sistema Único de Saúde (SUS), a um custo de R$ 92 milhões.

A mortalidade prematura (pessoas com menos de 70 anos) por diabetes, segundo o levantamento, também caiu entre 2000 e 2013. Ainda assim, o número de pessoas que morrem por causa da doença no Brasil permanece alto e fechou o ano de 2013 em 58.017 óbitos.

Matéria publicada no site Diário da Manhã.

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Mulheres na academia: mitos e verdades



Chega de desculpas para não ir à academia: conheça os benefícios do treinamento para mulheres na academia.

Você se matriculou em uma academia, mas tem dúvidas sobre os resultados do treinamento em seu organismo? Muitas mulheres temem que seus corpos fiquem muito musculosos ou não sabem quais exercícios são os mais indicados. Por isso, separamos alguns mitos e verdades sobre as mulheres na academia para você tirar o máximo proveito de seus treinamentos.

TPMQue mulher nunca passou a TPM à beira de um ataque de nervos ou querendo devorar um pote inteiro de sorvete? A academia pode ajudar a evitar tais processos, já que ela ameniza aqueles velhos sintomas do período pré-menstrual.
“A academia não é só um lugar para tonificar o bumbum, participar das aulas de dança e ficar ainda mais bonita. Ela também pode ajudar na TPM. Basta fazer uma troca durante esse período, trocando a barra de chocolate por uma hora de musculação”, argumenta o personal trainer Bruno Beroso.

MenstruaçãoSegundo Beroso, a menstruação realmente atrapalha o treinamento feminino, mas é possível contornar esse obstáculo. “Todo mundo sabe que a mulher acaba rendendo um pouco menos nos treinamentos na época da menstruação. Isso é normal”.

Mesmos exercícios dos homens
Muitas mulheres ficam com receio de fazer os mesmos exercícios que os homens, pois acham que podem ficar com o corpo menos feminino. Bruno Beroso explica que “homens e mulheres podem, sim, fazer os mesmos exercícios. O que impede esse efeito (ficar com o corpo menos feminino) são os diferentes objetivos de cada um”.

Ficar “monstra”
Beroso diz que o treinamento bem feito fortalece os músculos sem deixar o corpo da mulher mais masculino. Só uma rotina longa e específica, às vezes com a perigosa ingestão de anabolizantes, causa o efeito indesejado.
“As mulheres que já estão com o corpo mais marcado por músculos certamente já comem, treinam e tomam suplementos específicos há anos – quando não tomam anabolizantes. Caso a mulher não queira ficar com o corpo muito grande é só seguir uma dieta, fazer os exercícios para fortalecer os músculos e continuar com a disciplina dentro e fora da academia”, explica.

Treino de peito
O personal avisa que não existe um treino específico para trabalhar os seios, já que eles são constituídos de gordura e glândulas mamárias, e não de músculos. “O trabalho com o peito tem que ser feito de maneira diferente em relação ao bumbum. Os especialistas em fisiologia do exercício explicam para as mulheres que é possível fortalecer e enrijecer a musculatura em volta [dos seios]. Isso, futuramente, vai ajudar a manter o aspecto mais firme”, finaliza.

(Fonte: Bruno Beroso, professor da Academia Gaviões 24h, formado em educação física pela UNIMESP e pós graduado em fisiologia do exercício e em reabilitação cardíaca pela USP).
Matéria publicada no site da O2 Por Minuto.

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quarta-feira, 15 de junho de 2016

A temida canelite: saiba como evitar e tratar



Um dos problemas mais comuns entre os iniciantes é a canelite, inflamação na região da canela causada muitas vezes por excesso de treinos.

Uma das lesões mais comuns nos corredores iniciantes é a canelite. Trata-se de uma inflamação que ocorre na canela devido a alguns problemas que o corredor enfrenta durante seu início no esporte. Veja abaixo as causas mais comuns e como tratar esse incômodo que atinge boa parte dos novatos da corrida.

SobrecargaUm  dos fatores mais comuns que causa a canelite é o excesso de treino. O corpo precisa de uma adaptação para suportar a carga da corrida. Quando isso não acontece, algumas regiões são sobrecarregadas, e a canela é uma das mais afetadas.
“A estrutura óssea da canela não está adaptada ao volume de treinamento. Isso faz com que o osso da tíbia comece a ser sobrecarregado, levando à inflamação da região”, explica o fisioterapeuta Paulo Quemelo, pós-doutor em biomecânica pela FIU/USA e chefe do departamento de fisioterapia da Clínica Physio Institute. Para evitar que isso aconteça, é necessário seguir um volume de treino evolutivo para que o corpo se acostume gradualmente com a corrida, respeitando sempre o limite do corredor.

A pisadaOutro ponto importante a ressaltar é a pisada. Uma pisada errada pode afetar diretamente a saúde da canela, já que ela vai levar uma carga desproporcional à região. A escolha do tênis também pode ser decisiva. Conversar com um treinador para ele identificar qual é a pisada e o tênis mais indicado pode reduzir as chances de lesão.
“É imprescindível que o atleta tenha o auxílio de um profissional adequado ao seu lado. Dessa forma, o treinador saberá como corrigir esses erros”, diz Quemelo.

TerrenoPara quem não está acostumado, a dureza do piso pode causar alguns traumas na canela. O asfalto e o concreto são seis vezes mais prejudiciais para o tecido da tíbia em relação aos terrenos mais leves (como terra batida). Recomenda-se que os treinos na rua sejam leves para o iniciante, alternando com treinamentos em terrenos que geram menos impacto. Terrenos com grama e areia dura ajudarão nesse quesito.

Se tiver canelite, pare já!O primeiro passo para tratar da canelite é suspender os treinos. O correto é tirar alguns dias de repouso total e fazer um tratamento à base de gelo na região lesada, alertam os especialistas.Em seguida, recomenda-se a consulta com um fisioterapeuta, que poderá iniciar procedimentos eletromagnéticos geralmente efetivos na redução da inflamação.
Depois dessa fase mais aguda, o corredor passará para os procedimentos de alongamentos para que ele tenha novamente um reequilíbrio muscular” , finaliza Quemelo.

Matéria publicada no site da O2 Por Minuto.

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Entendendo os corredores de rua



Saiba como conseguir clientes para sua assessoria esportiva.

A corrida de rua tem mostrado um aumento exponencial no número de eventos e um crescente número de praticantes a cada ano, na mesma proporção aumenta a sua importância como promotora no ato de consumo, saúde e bem-estar da população. Além disso, é um esporte popular, de baixo custo, baixo risco, alta eficiência e grande praticidade. Com esse crescimento, o mercado vem atraindo simultaneamente uma maior concorrência entre as empresas que organizam esses eventos na Cidade de São Paulo, gerando novos desafios afins de que se possa proporcionar aos participantes um gama maior de produtos e serviços a serem oferecidos a esses consumidores praticantes de corrida de rua, que estão cada vez mais envolvidos com essa prática esportiva. O público que se mostra interessado em participar das corridas de rua é um dos mais variados possíveis. Longe de competições tradicionais realizadas periodicamente na capital paulista, estes praticantes dos mais diversos níveis sociais são encontrados nas praças, ruas e avenidas das cidades.

Em seus estudos para dissertação de mestrado, Luiz Silva destaca as seguintes dimensões que envolvem os praticantes de corridas de rua na cidade de São Paulo, em ordem de importância mostrando que a prática da corrida de rua está associada a aspetos afetivos, cognitivos, de prazer, de alta relevância, com baixo risco e com valor simbólico, para os praticantes sejam do sexo masculino ou feminino. Neste estudo foram realizadas 320 (trezentas e vinte) entrevistas pessoais com praticantes de corrida de Rua na Cidade de São Paulo, sendo, 188 (58,8) do sexo masculino e 132 (41,3), com media de 36 anos de vida. 145 (45,3) declaram-se casados, 147 (45,9) solteiros e 28 (8,8) separados, divorciados e viúvos, 134 (41,9) se declaram a escolaridade como sendo de graduação completa, 54 (16,9) com graduação incompleta, 50 (15,6) com especialização ou MBA, 25 (7,8) com mestrado e doutorado, 39 (12,2) com ensino médio completo, 13 (4,1) com ensino médio incompleto e 04 (1,3) com ensino fundamental completo.

A amostra apontou que 206 (64,4) dos respondentes não utilizam assessoria esportiva e 187 ((58,4) não participam de equipes de corrida, o que mostra um nicho de mercado importante a ser explorado por profissionais de educação física, a participação em eventos de corrida de rua foi em média 04 (quatro) provas por praticante em 2015. O gasto médio com as provas de corrida de rua, incluindo-se acessórios, produtos de consumo e as taxas de inscrição foi de R$ 880,00 (oitocentos e oitenta), mostrando que o praticante de corrida de rua busca o retorno deste investimento nas seguintes formas de motivações em ordem crescente de respostas múltiplas: saúde pessoal / indicação e recomendação médica(41,6); por ser praticada ao ar livre (40,0); para controlar o peso (34,4); controlar o stress (20,3) e pela socialização (18,8), mostrando que cada vez mais o praticante desta atividade busca investir cada vez mais em sua qualidade de vida.

(Fonte: Luiz Silva dos Santos é estatístico, Mestre em Gestão do Esporte).

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Um novo tratamento para a obesidade



Estudos revelam resultados do uso de liraglutida .

O tratamento com agonistas de GLP-1 tem se mostrado eficaz para obesidade e diabetes tipo 2. O estudo publicado esse mês na revista Metabolism Clinical and Experimental mostra os resultados do uso de liraglutida versus placebo. Com desenho experimental randomizado, controlado por placebo, duplo-cego e cruzado com 20 pacientes com diabetes tipo 2, esse trabalho mostrou que; em jejum, os níveis de diversos hormônios relacionados ao controle do apetite incluindo: Leptina, Grelina, PYY e GIP se mostraram favoráveis para redução da massa corporal. Quando os sujeitos usaram a liraglutida aumentaram o GLP-1 (aumenta a saciedade) e reduziram a Leptina (estimulador da fome).

Esses resultados mostram que a liraglutida pode ser um aliado importante para o manejo dos níveis hormonais que controlam a homeostase energética. Entretanto, os efeitos do uso continuado poderia levar a uma supercompensação do sistema nervoso central (SNC) e limitar o efeito da liraglutida em tratamentos para redução da massa corporal.

Mas nem tudo são flores
Qualquer tipo de intervenção farmacológica irá ter resultados positivos e os velhos e maus efeitos colaterais. Quando se trata de liraglutida os principais efeitos são as náuseas e os vômitos. Além disso, existem casos de pancreatite (inflamação no pâncreas), apesar de poucos, 6 casos (4 de pancreatite aguda e 2 de pancreatite crônica), em estudo que aplicou a droga em 2700 pacientes com Diabetes tipo 2 (dados do estudo LEAD (Liraglutide Effect and Action in Diabetes)).

Minha opinião
A junção de dieta + aumento da atividade física + exercício físico ainda é a combinação mais importante para prevenir e tratar o ganho de massa adiposa e, por consequência, ajudar nos processos de controle de doenças metabólicas. O que devemos ter em mente é que, muitas vezes, para que tenhamos um efeito mais eficaz no processo de emagrecimento, o uso de remédios (prescritos por profissionais legalmente habilitados) acaba sendo um importante contribuinte no começo do processo. A grande maioria das pessoas não consegue se manter mais que 3 meses em um programa de exercícios e alimentação saudável. Ao promover uma ajuda no processo de enfrentamento do tratamento pode ser uma boa alternativa. Sendo assim, não tem como fugir do aumento do gasto calórico por meio do movimento (exercício físico) e redução da ingesta calórica (dieta).

(Fonte: Prof. Dr. André Lopes.

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terça-feira, 14 de junho de 2016

INSCRIÇÕES ABERTAS !!! - CURSO AÉREO - SUSPENSO TAO PILATES - CURITIBA/PR



INSCRIÇÕES ABERTAS!!!

Descrição:

O CURSO TAO PILATES AÉREO – SUSPENSO utiliza as bases do Método Pilates associado ao treinamento funcional utilizando 4 acessórios: Lira / Columpio / Suporte de Bola e WES ( Desenvolvido pelo Dr. Joel Steinman) e pequenos acessórios possibilitando o aprendizado de mais de 250 exercícios em suspensão.

• Público Alvo:
Profissionais e estudantes na aérea da saúde.

• Carga Horária:
16 - Horas / mec


  • Conteúdo:

• -Princípios do Treinamento Funcional, Princípios do Método Pilates.
• -Princípios do Treinamento em Suspensão
• -Exercícios básicos, intermediários e avançados com os equipamentos Columbio (tecidos), Lira, Suporte de Bola e o WES, além de pequenos acessórios. São mais de 250 exercícios variados que podem ser adaptados do iniciante ao avançado, de crianças a idosos.
• Como evoluir e acompanhar o treinamento - Variações e modificações dos exercícios.
• Supervisão de detalhes
• Indicações/Contra indicações
• Preparação para o dia-a-dia
• Dinâmica de aula: dinâmicas e desafiadoras.
• Estudo de caso clínico
• Discussão em grupo
• Instalação e fixação de equipamentos
• Montagem do Studio
• Informações sobre compra dos aparelhos 


  • Objetivos:

• Capacitar o aluno a ministrar aulas de Pilates Aéreo/Suspenso, de uma forma segura e eficiente, incorporando o Columpio, a Lira e o WES e pequenos acessórios.
• Metodologia Tao Pilates AEREO /SUSPENSO
• Apresentar a pedagogia e método Tao Pilates de ensino é totalmente prática, dinâmica com base na anatomia e biomecânica, com foco na segurança, no bem estar e evolução do aluno.
• Dominar comandos verbais, visuais e manuais para conduzir o aluno na postura e biomecânica adequada durante os exercícios de Pilates aéreo/ suspenso.


  • Materiais:

Material Impresso:
• Apostila com fotos de exercícios executados



VALOR DO INVESTIMENTO: 
• consultar pelo e-mail secretaria@taopilates.com.br e/outaopilates@taopilates.com.br
Telefone: (48) 3228-9898 - Whatsapp: (48) 8469-3828

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Massa magra explica o EPOC



Doutor André Lopes tira todas as suas dúvidas sobre o EPOC

A literatura está repleta de bons artigos que trazem a informação de que o EPOC existe e tem relação com a intensidade do exercício praticado. Isso é fato! A literatura (quando vista com olhos críticos) mostra que essa diferença de gasto calórico durante o EPOC, quando comparada ao repouso é baixa e de curta duração. Quando essa comparação passa a ser feita entre intensidades de exercício a coisa fica mais estreita ainda.

O estudo que vou mostrar hoje traz uma comparação interessante. Os cientistas Japoneses se perguntaram se a massa livre de gordura poderia influenciar nos valores encontrados no EPOC após exercício de alta intensidade.

A relação entre a massa livre de gordura (MLG) e o excesso de consumo de oxigênio pós-exercício (EPOC) não é bem explicada por causa do número relativamente pequeno de sujeitos estudados. Neste trabalho foram investigados efeitos da alta intensidade em 250 jovens com idade entre 16 e 21 anos, atletas de diversos esportes (Corrida, Rugby, Futebol, Canoagem, Ciclismo e Voleibol). Foi medido o consumo máximo de oxigênio (VO2máx), o EPOC e usando a bolsa de Douglas, a Massa Livre de Gordura (MLG) e a Massa de Gordura (MG) foi medida usando pesagem hidrostática e os resultados da densidade convertida em percentuais por meio da equação de Brozek (1963). O estímulo de atividade foi a realização de esteira na velocidade máxima durante o período de tolerância, esse período durou 45-105 segundos. Após isso o EPOC foi medido durante 40 minutos.

Resultados
Os resultados do estudo passaram por um tratamento de correlação para identificar o que poderia explicar o valor de EPOC e também foi comparado com resultados dos melhores atletas profissionais publicado por Kuroda em (1973). O melhor resultado foi a correlação encontrada entre a Massa Livre de Gordura (MLG) e EPOC, bem como com o VO2máx e Taxa Metabólica de Repouso (TMR). Em segundo lugar, embora tenha achado correlação entre EPOC – VO2max e TMR, após a correção relativizada pela MLG a significância deixou de existir.

Além disso, estes achados sugerem um efeito grande de MLG na EPOC e EPOC/VO2max. Isso poderia ser explicado pela associação de uma MLG alta com mioglobina (transportador e armazenador de oxigênio muscular). Isso seria importante para os atletas, pois a mioglobina desempenha papel importante na ressíntese de ATP ajudando na recuperação entre os estímulos de alta intensidade. Além disso, o uso de curtos períodos de treinamento de alta intensidade melhoraria a força muscular e aumentaria a atividade das enzimas glicolíticas. Dessa forma, uma pessoa com maior MLG apresenta um EPOC maior e uma capacidade anaeróbia também alta.

Vamos às análises críticas.
Estudo com número de sujeitos invejável é muito difícil reunir um grupo tão grande para um estudo. A diversidade de atletas foi interessante e mal aproveitada, por qual motivo eles não fizeram a separação dos grupos para realizar as análises? Eu acharia interessante ter esses resultados também categorizados pelos esportes praticados pelos sujeitos.

Fiquei curioso para saber quanto que é esse valor de EPOC entre os grupos de atletas transformado em Kcal. Quem sabe isso não tenha sido feito pelo fato de as coletas terem acontecido com a bolsa de Douglas, que não permite uma coleta constante, deve ser feita em pontos ao longo do tempo.

Mas mesmo assim eu teria feito uma média dos valores para mostrar as calorias.
A análise da composição corporal foi medida com pesagem hidrostática e converteram usando a equação de Brozek (1963), eles acreditam que essa maneira é padrão ouro. A equação de conversão da densidade em resultados foi validada em 3 homens brancos de idade de 25, 35 e 46 anos. Legal aplicar isso em Japoneses, atletas (diversas modalidades) e com idade entre 16 e 21 anos, super indicado! Além disso, eles associam os resultados a variáveis fisiológicas (que eles não mediram), que é dependente da maturação sexual, como por exemplo, a mioglobina, a própria massa livre de gordura (a parte muscular) e o próprio VO2max.

É pessoal, não adianta querer discutir artigo científico se você não sabe analisar criticamente um estudo. Cada dia mais tem “cientista” mostrando resultado e promovendo “mudança de paradigma”. Alguns adoram dizer; “para saber de treinamento tem que se praticar”. Eu concordo em partes com isso, é totalmente transferível para a parte científica essa afirmação, se você não produz ciência, você não vive ou viveu, você não terá todas as habilidades necessárias para analisar artigos científicos.

CALMA!
Isso pode ser APRENDIDO! Quer ser bom na ciência? Pratique ela no laboratório e na vida! Faça de tudo para fazer iniciação científica durante sua graduação, leia artigos e tire dúvidas com seus professores. Faça parte de um grupo de estudos, aprenda as técnicas e detalhes de montagem de projetos, coleta de dados, análise de resultados e o principal, lembre-se todos os dias que a ciência deve ser algo imparcial.

Link do artigo original.
(Fonte: Dr. Andre Lopes – PhD em Ciências do Movimento Humano.

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