quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Exercícios físicos contribuem para saúde dos neurônios em idosos


O comprometimento de funções cognitivas, como a memória, está à espreita à medida que envelhecemos. Estudos já mostraram que alterações de certas proteínas do sangue estão diretamente associadas à formação, no cérebro, de placas amiloides – depósitos que causam inflamações e prejudicam os neurônios, aumentando em até quatro vezes o risco da doença de Alzheimer.

Projeto do Instituto de Biociências da Unesp de Rio Claro recebeu o Prêmio SAÚDE, uma iniciativa da revista SAÚDE e da Editora Abril que busca valorizar o empenho de quem pensa, luta e trabalha por um Brasil mais saudável.

O projeto vencedor concorreu na categoria Saúde e Atividade Física, que prestigia projetos que vão de estudos em fase clínica a campanhas de prevenção, realizados por cientistas e profissionais de todas as áreas da saúde.

Conheça o projeto vencedor:

‘A influência de marcadores genéticos específicos sobre os efeitos do exercício físico na Inflamação e no neurotrofismo em idosos com comprometimento cognitivo leve’.

Autores: Carla M.C. Nascimento, Jessica Rodrigues Pereira, Larissa Pires de Andrade, Marcia Regina Cominetti, Orestes Vicente Forlenza e Florindo Stella

Instituição: Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho – Campus de Rio Claro (SP).

O comprometimento de funções cognitivas, como a memória, está à espreita à medida que envelhecemos. Estudos já mostraram que alterações de certas proteínas do sangue estão diretamente associadas à formação, no cérebro, de placas amiloides – depósitos que causam inflamações e prejudicam os neurônios, aumentando em até quatro vezes o risco da doença de Alzheimer.

Esse fator genético, e associado ao estilo de vida, pode, portanto, fomentar o processo de degeneração dos neurônios. Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista, no câmpus de Rio Claro, prepararam um programa de 16 semanas para medir a capacidade de exercícios físicos de alterar a concentração dessas proteínas inflamatórias na massa cinzenta de idosos.

Eles foram divididos em quatro grupos, de acordo com a presença ou não de comprometimento cognitivo e levando em conta o hábito de praticarem ou não exercício físico. Após os quatro meses, as avaliações mostraram que, independentemente da presença da alteração genética, todos foram beneficiados pelos 180 minutos semanais de atividades, distribuídos em três sessões. Inclusive aqueles que já apresentavam os primeiro sinais de demência tiveram uma melhora significativa das funções. Em outras palavras, é como se o exercício ajudasse a pisar no breque nesse processo de inflamação e degeneração cerebral.

Também foi finalista o seguinte projeto:


Efeito de 10 anos de intervenção de atividade física em Unidades Básicas de Saúde na aptidão física de seus praticantes.

Autores: Priscila Missaki Nakamura, Inaian Pignatti Teixeira, Camila Bosquiero Papini, Alberto Chiyoda, Eliete Luciano, Kelly Lynn Cordeira e Eduardo Kokubun.

Instituição: Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho – Câmpus de Rio Claro (SP).


Não são poucos os estudos demonstrando a importância dos exercícios físicos na prevenção e controle de doenças como diabete, hipertensão e obesidade, o que leva os serviços de saúde a investirem em programas para encorajar a população a se mexer.

Mas qual seria o impacto das práticas para atrasar o declínio natural da força, resistência e agilidade no processo de envelhecimento? Uma equipe da Universidade Estadual Paulista foi buscar a resposta na análise dos resultados de uma década de atuação do Programa de Exercício Físico nas Unidades de Saúde, lançado em 2001 em Rio Claro, interior de São Paulo.

O estudo acompanhou 409 mulheres e 31 homens. Duas vezes por semana, a turma participava de sessões divididas em três partes. Primeiro, 10 minutos de aquecimento. Em seguida, 40 minutos de atividades para melhorar a capacidade aeróbica, fortalecimento muscular, flexibilidade, equilíbrio…
Por fim, mais 10 minutinhos para alongamento. Os profissionais de educação envolvidos no programa se reuniam semanalmente para discutir o desempenho dos participantes para ajustar a duração, carga e intensidade dos exercícios.

A cada quatro meses, os testes para medir os avanços mostraram uma melhora progressiva em funções como coordenação, agilidade e força muscular. Uma prova documentada de que as práticas foram determinantes para driblar as dificuldades impostas pelo envelhecimento na realização das atividades do dia a dia.

Os selecionados foram submetidos a uma votação, sendo julgados pelos seguintes critérios: a) Impacto: de que maneira o Trabalho melhorou a saúde dos brasileiros? Ele fez diferença para determinada comunidade?; b) Educação para a saúde: o Trabalho ensina a população, de alguma maneira, a prevenir ou procurar tratamento adequado para determinado problema de saúde?; c) Originalidade: o Trabalho promoveu avanços na pesquisa científica produzindo resultados inéditos ou usou de maneira inusitada recursos médicos já existentes?; e d) Uso de tecnologia: foi usada alguma nova tecnologia importante para a saúde dos brasileiros?

Os trabalhos foram submetidos à votação popular, entre 25/9 e 16/10.

A divulgação dos contemplados ocorreu em evento de Premiação, no dia 25 de novembro de 2015, a partir das 19h30, no Teatro do Instituto Tomie Ohtake, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, e, posteriormente, em até cinco dias úteis, pelo hotsite www.premiosaude.com.br

Matéria publicada no site Maxpress


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Dieta e dados genéticos: estudo prevê avanços para o combate ao sobrepeso


De acordo com uma pesquisa recente realizada na Universidade do Texas, alguns profissionais de saúde preveem o próximo grande avanço: dietas individualizadas e planos de atividade física desenvolvidos para indivíduos com sobrepeso usando seus próprios dados genéticos.

De acordo com pesquisa realizada na Universidade do Texas (EUA), o DNA vai poder ajudar a determinar o tipo de alimentação e atividade física perfeitas a cada indivíduo.

O futuro da perda de peso pode não ser mais uma fusão complexa de pílulas e dietas da moda. De acordo com uma pesquisa recente realizada na Universidade do Texas, alguns profissionais de saúde preveem o próximo grande avanço: dietas individualizadas e planos de atividade física desenvolvidos para indivíduos com sobrepeso usando seus próprios dados genéticos.

A pesquisa publicada na revista Obesity aborda o que os cientistas sabem atualmente sobre fatores relacionados à perda e ganho de peso obtidos de maneira não invasiva e como poderão ser integrados em tratamentos de perda de peso. A abordagem é chamada de “perda de peso de precisão”. Os pesquisadores explicam que existe hoje uma necessidade extrema de instrumentos eficazes para detectar como a genética, o estilo de vida, os comportamentos e as doenças relativas ao peso se relacionam entre si.

Hoje já é possível a realização de análises genéticas que auxiliem no desenvolvimento de dietas individualizadas, mas, segundo a pesquisa, em cinco anos esses dados estarão integrados com diversos outros dados dos pacientes, desde comportamento, frequência cardíaca, níveis glicêmicos, entre outros. Tudo em tempo real e com a ampla utilização de portáteis.

Homens e mulheres poderão ter seus genes sequenciados através da saliva e utilizar sensores automatizados para coleta de fatores de estilo de vida sobre o seu ambiente, dieta, atividade e estresse. Depois, um algoritmo de computador poderá ter essa informação e oferecer recomendações personalizadas para os pacientes atingirem o seu peso alvo.

Na verdade, não é tão complicado como pode parecer. Um bom exemplo são todas as outras tecnologias relacionadas ao fitness que estão ganhando o mercado nos últimos anos. Os cientistas já têm a capacidade de recolher diversos tipos de dados para começar a investigação para a “perda de peso de precisão”. O custo do sequenciamento do genoma está caindo, e já existem monitores portáteis que rastreiam os níveis de atividade das pessoas, comportamento e meio ambiente em tempo real.

Espera-se que essa informação leve as pessoas a se culparem menos e reconhecerem que há mais em jogo quando se trata de obesidade.”

Hoje é muito fácil perder peso a curto prazo, mas as estatísticas sobre a perda de peso a longo prazo são bastante desanimadoras. Ainda não se compreende bem o processo de recuperação do peso tanto do ponto de vista comportamental quanto do ponto de vista biológico.

Felizmente, o interesse das pessoas em emagrecer de forma saudável é cada vez maior, o que impulsiona as pesquisas em busca de novas respostas. E também se sabe que, para algumas pessoas, é muito mais difícil esse processo de emagrecimento do que para outras.

Os pesquisadores identificaram que metade da variação no índice de massa corporal das pessoas pode ser atribuído a fatores genéticos, enquanto o restante é devido a fatores ambientais, como dieta e exercício. Então, dependendo de sua composição genética específica, o exercício pode ser menos eficaz em reduzir o seu peso do que é para seu amigo ou irmão. Espera-se que essa informação leve as pessoas a se motivarem mais para fazer uma mudança, se culparem menos e reconhecerem que há mais em jogo quando se trata de obesidade.

Nos últimos anos, de acordo com a pesquisa, grandes progressos foram alcançados na compreensão do que impulsiona o comportamento alimentar, como as células de gordura se formam e como o metabolismo é alterado antes e depois do início da obesidade. Segundo a pesquisadora Molly S. Bray, “o momento é propício para se coletar essa riqueza de dados e encontrar maneiras de utilizá-los de forma mais eficaz para tratar as pessoas em necessidade.”

LIA KUBELKA DE CARLOS BACK – Mestre em biotecnologia e doutora em biologia celular e do desenvolvimento com habilitação em genética molecular humana pela UFSC. É membro da American Society of Human Genetics e do Institute for Functional Medicine. Hoje é diretora técnica do Biogenetika, centro de medicina individualizada.

Matéria publicada no site Globo.com


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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Exercícios para controle motor ajudam a reduzir dor na região lombar


Um estudo que avaliou testes de exercícios de controle motor contra a dor na região lombar concluiu que a prática é eficaz. Esse tipo de atividade física, que trabalha músculos de sustentação e controle da coluna, envolve exercícios para combinação de força e coordenação motora em posições especiais.

O novo estudo é uma ‘meta-análise’ que avaliou outros 29 trabalhos clínicos direcionados a testar os exercícios de controle motor. No total, 2.431 adultos participaram dos testes, que foram copilados em artigo científico na revista médica “Cochrane Library”.

Em comparação com outros tipos de exercício e com sedentarismo, os exercícios de controle motor mostraram uma eficácia similar a outros tipos de tratamento, ou ficaram ligeiramente à frente dependendo do estudo.

“Trabalhar a força e a coordenação de músculos que sustentam a coluna por meio de exercícios de controle motor oferece uma abordagem alternativa para tratar dor na lombar”, afirmou o autor principal do estudo, o fisioterapeuta Bruno Saragiotto, da Universidade de Sydney (Austrália), em comunicado à imprensa.

“Eles são tão eficientes quanto outros tipos de exercício, então a escolha do exercício deve levar em conta fatores como a preferência do paciente e do terapeuto, o custo e a disponibilidade”, afirma.

Matéria publicada no site Globo.com

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Dez alimentos que ajudam a prevenir o aumento do colesterol


Os níveis de colesterol podem aumentar gradualmente com a idade, mas existem alimentos que permitem prevenir danos maiores.
O colesterol é uma “substância lipídica normal, que circula no nosso sangue ligado a proteínas”, mas que deve manter os níveis equilibrados. O colesterol possui duas frações: a má (conhecida como colesterol HDL, e que pode levar ao entupimento de artérias) e a boa (o LDL, que funciona como escudo protetor).
No colesterol total, quanto maior for o nível do HDL, pior; quanto maior do LDL, melhor. Contudo, os níveis de colesterol tendem a “subir gradualmente com a idade, dependendo de muitos fatores”, como a genética (que pode dar origem a casos de hipercolesterolémia familiar), as síndromes metabólicas ou até mesmo o estilo de vida: erros alimentares, falta de atividade física, etc., diz o organismo nacional.
Controlar os níveis de colesterol é importante, mas, para tal, é preciso saber alguns números de cabeça. 190mg/dl é o valor a ter em conta para um colesterol normal; 190 a 200mg/dl é um valor que indica um nível de colesterol alto e que implica um controlo a cada dois ou três meses; e mais do que 220mg/dl é um valor que revela um colesterol muito elevado, podendo ser necessários alguns cuidados médicos.
Como diz o INCP, “a principal arma para prevenir o aumento do colesterol é a alimentação”. E são estes, segundo o site About, os melhores alimentos para esse fim.

1. Aveia
2. Nozes
3. Amêndoas
4. Azeite virgem extra (“eliminar o mais possível as gorduras ditas ‘saturadas’, como as gorduras da carne, manteiga, queijo e leite gordos, ovos, miolos e vísceras, as gorduras vegetais tratadas industrialmente [margarinas duras] ou transsaturadas por sucessivas frituras”, aconselha o INCP).
5. Soja e derivados de soja
6. Cereais integrais
7. Abacate
8. Salmão e atum (o consumo de peixe deve ser feito entre três a quatro vezes por semana)
9. Lentilhas
10. Vegetais e frutas (cujo consumo deve ser aumentado, incluindo saladas e sopas de hortaliças).

Matéria publicada no site Notícias ao Minuto

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As cinco piores lesões esportivas


Segundo dados da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), grande parte das lesões em atletas não estão associadas a colisões ou quedas, e sim à rotação e explosão muscular. Apenas 24,1% dos atletas se lesionam em choques, contra 39,2% com lesões musculares e 17,9% que sofrem torções.

Exercício Físico é um ótimo aliado para quem deseja qualidade de vida e/ou queima calórica, mas é necessário atenção e acompanhamento profissional para evitar as temidas lesões.

Segundo dados da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), grande parte das lesões em atletas não estão associadas a colisões ou quedas, e sim à rotação e explosão muscular. Apenas 24,1% dos atletas se lesionam em choques, contra 39,2% com lesões musculares e 17,9% que sofrem torções. “A maior incidência em esportistas são lesões por repetição, esforço exagerado e/ou falta de preparo para a prática do exercício”, explica o fisioterapeuta especializado em esportes e sócio-fundador da club físio, André Nogueira.

O estudo também aponta que 72,2% dos traumatismos ocorrem nos membros inferiores – como joelho (11,8%), tornozelo (17,6) e coxas (34,5%), sendo as mais graves: entorse de tornozelo grau III; lesão do menisco medial; e ruptura do ligamento cruzado anterior. Outras lesões comuns e também graves são lombalgia e ruptura do manguito rotador.


Entorse de tornozelo grau III

Muito comum no meio esportivo, cerca de 85% das entorses acometem a região lateral do pé. Essa lesão é ocasionada pelo movimento de inversão – para dentro do pé, e afeta atletas de quase todos os esportes e por diversos motivos, por exemplo, pisar em buracos nas ruas ou campos de futebol, virar o pé após saltar para cortar uma bola no vôlei ou arremessar uma bola na cesta de basquete e, até mesmo, levar uma chave em uma competição de luta.

As entorses são divididas em três graus, de acordo com a gravidade e extensão da lesão. Sendo a mais grave o grau III – que afeta ligamentos, diminuindo a amplitude do movimento e causando extrema dor e frouxidão nas fibras que ligam os ossos.

O tratamento para esse tipo de lesão, segundo Nogueira, é repouso e imobilização por cerca de 1 a 2 semanas. “A fisioterapia pode começar imediatamente para melhorar a mobilidade, inchaço e dor. Na 3° e 4° semana de tratamento, com o fortalecimento muscular intensificado, coloco o atleta para executar gestos esportivos de sua modalidade”, explica o fisioterapeuta.



Lesão do menisco medial

As rupturas meniscais são comumentes encontradas no joelho, com maior incidência na parte de trás do menisco medial – lateral do órgão. Elas ocorrem devido a sobrecargas na região e execução inadequada de movimentos. Em maioria, o mecanismo que leva à ruptura do menisco é a rotação com o joelho semi dobrado, o que acontece em muitos esportes como o futebol, luta, entre outros.

O tratamento dura de 4 a 6 semanas e só é indicada fisioterapia caso não haja nenhum bloqueio dentro da articulação – o que impede a pessoa de dobrar e esticar o joelho. “Nesses casos, a reabilitação se baseia em restaurar a força muscular, equilíbrio e amplitude de movimento”, informa Gustavo Lacreta, fisioterapeuta especializado em traumatologia e também sócio do club físio.



Ruptura do ligamento cruzado anterior

Uma das mais temidas lesões no meio esportivo, a ruptura do ligamento cruzado anterior (LCA) se dá pela entorse do joelho e pode levar, na maioria das vezes, a cirurgia. “A principal função do LCA é de estabilizar o joelho contra as rotações e contra a anteriorização da tíbia (osso da perna)”, explica Lacreta.

A cirurgia é realizada em centros especializados e a reabilitação leva um período médio de 6 a 8 semanas. Após a operação é indicada fisioterapia nos primeiros dias para trabalhar o ganho do movimento, diminuir a dor e o inchaço. Depois de algumas semanas, o tratamento fisioterápico evolui com exercícios de força e estabilização, a fim de promover condição ideal para que o atleta retorne as atividades esportivas.



Lombalgia

Pesquisas apontam que 80% da população, em algum momento da vida, apresentará algum sintoma de dores nas costas, tecnicamente conhecida como lombalgia. Essa lesão pode ser causada por problemas na coluna vertebral, como protusões discais (escorregamento do disco entre as vértebras) ou hérnias de disco (o líquido de dentro do disco extravasa).

Os principais tratamentos para problemas na coluna são fisioterapia e pilates. “Nos casos de lesão confirmada é necessário repouso, após os quadros de dor, e tratamento fisioterápico intensivo – que leva, em média, 3 meses”, diz o fisioterapeuta André Nogueira.



Ruptura do manguito rotador

“O manguito rotador é a junção de quatro músculos que trabalham para a movimentação do ombro”, explica Nogueira. Responsável por elevar o braço e rodá-lo para fora, essa junção de músculos normalmente é lesionado por um trauma forte, como uma queda, ou por esforço repetitivo em esportes como luta ou tênis.

O tratamento para essa ruptura depende da gravidade da lesão. “Em lesões graves, com rompimento do tendão por completo, é indicado o procedimento cirúrgico. Após a operação é recomendado fisioterapia – de 4 a 6 meses”, conta Lacreta.


Matéria enviada pela COMMUNICA BRASIL

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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Para especialistas, o ideal é iniciar a atividade física ainda criança


A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que, quanto mais cedo se iniciar a prática de exercícios físicos, melhor. Isso porque os hábitos adquiridos na infância tendem a ser mantidos para o resto da vida.

“Quando na infância a criança é estimulada às atividades, depois fica natural”, explica a psicóloga e pesquisadora do esporte, Cláudia Barbosa.

A natação é uma das atividades recomendadas, pelos benefícios à saúde e também por proporcionar um momento especial entre pais e filhos. Tem sido assim para a veterinária Ivani Andrade. O primeiro filho dela começou assim, hoje ele também joga futebol. Agora ela ensina à filha Ane, de dois anos e meio, os hábitos da vida saudável.

Em 2008, a psicóloga publicou uma pesquisa que mostra como uma rotina de atividade física melhora a atenção e a agilidade para resolver conflitos no dia a dia. Cláudia analisou duas mil crianças e adolescentes, de 10 a 17 anos, que jogavam em times de futebol de vários lugares do país.

“A criança que pratica esporte é diferenciada. Ela tem um córtex pré-frontal diferenciado. A resposta aos estudos é melhor. Melhora muito também a atenção. A área usada tanto para as atividades do dia a dia como para o esporte é a mesma”, aponta.

A prática rotineira de exercícios melhora a disposição, o humor e as relações sociais, combate o estresse, a depressão e outros problemas psicológicos.

“Num primeiro momento, são notados os benefícios físicos. No segundo, os neuroquímicos, que reduzem a ansiedade. E, no terceiro, os efeitos são na habilidade para resolver problemas. O bem estar aparece com o tempo”, completa a especialista ao destacar que o importante é encontrar um exercício de que se goste e para o qual esteja apto. “Não precisa virar atleta”, brinca.

Um grupo da terceira idade de Cascavel, no oeste do Paraná, descobriu na dança um jeito simples de se divertir e melhorar a saúde. Cada aula tem 40 minutos e em ritmo de festa. “Saio outra pessoa, a mil por hora, cheia de energia”, garante a dona de casa Clementina Rodolfo, de 65 anos.

Matéria publicada no site Globo.com


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Estudo busca descobrir se exercício ajuda contra câncer de próstata


Um novo estudo clínico anunciado  no Reino Unido pretende comprovar se o exercício físico pode ajudar os homens a combater o câncer de próstata e melhorar sua expectativa de vida.

O ensaio, realizado por pesquisadores da universidade inglesa de Sheffield, parte da ideia de que o esporte melhora a saúde geral e a qualidade de vida, por isso poderia ajudar a conter o crescimento de células cancerígenas.


A equipe de pesquisa, apoiada pela fundação Cancer Research UK, acompanhará durante 12 meses 50 homens diagnosticados com câncer de próstata localizado.

Neste período, alguns deles realizarão sessões aeróbicas semanais supervisionadas, enquanto o resto dos voluntários receberá unicamente informação sobre os benefícios do esporte.


Os pesquisadores os examinarão ao longo deste período e analisarão os níveis sanguíneos do antígeno prostático específico (PSA), uma proteína produzida pelas células prostáticas cuja presença ajuda a comprovar se o tumor está crescendo.

Se os resultados forem encorajadores, com uma redução dos níveis da proteína, a equipe pretende realizar um teste em maior escala dentro de um ano e determinar se o exercício pode ser um tratamento oferecido pelo Serviço Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido.

O diretor do estudo, Liam Bourke, apontou que os dados que sugerem que o exercício pode ser benéfico para controlar o crescimento das células cancerígenas, reparar o DNA e evitar a extensão do câncer.

“O estudo se baseia no que já sabemos e é o primeiro passo para descobrirmos se a atividade física poderia ser um tratamento efetivo e prático do NHS para o câncer de próstata localizado”, explicou.
Os tratamentos atuais contra a doença incluem a intervenção cirúrgica e a radioterapia, mas ambas têm riscos e efeitos secundários.

Matéria publicada no site Globo.com


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