quarta-feira, 26 de agosto de 2015

CURSO AÉREO TAO PILATES NO TREINAMENTO FUNCIONAL EM SUSPENSÃO


Dr. Joel Steinman,  fundador do Tao Pilates  e sua equipe de fisioterapeutas e educadores físicos, desenvolveu um currículo completo de formação no AÉREO TAO PILATES. Baseado na reconhecida Metodologia Tao Pilates, nos fundamentada mais  de 30 anos de pratica na medicina do exercício do esporte, 12 anos de ensino do método Pilates, o  programa  de estudos adiciona  criatividade e fluidez  baseado em  anos de esportes como o  surf, Kite surf e skate e  no Wall Exercise System™, WES™, aparelho para treinamento aéreo desenvolvido pelo Tao Pilates.
Este treinamento vai guiar você na integração do AÉREO TAO PILATES. nas suas  aulas  permitindo a descoberta  de  uma nova  relação do corpo  com a gravidade, aprofundando  seu entendimento e conhecimento sobre alinhamento, equilíbrio e controle.
Os instrutores AÉREO TAO PILATES são rigorosamente treinados para oferecer diversão, segurança e criatividade nas  aulas de Aéreo Pilates para adultos e criança.
AÉREO TAO PILATES focado na qualidade no universo  dos Treinamentos em suspensão.


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Será que a corrida pode virar um vício?


A corrida estimula no corpo reações fisiológicas e hormonais que provocam essa sensação de dependência depois de certo tempo de prática. Isso não acontece da noite para o dia, portanto, iniciantes devem ter paciência, regularidade e consistência nos treinos. Em dois ou três meses, seu organismo começa a sentir falta da corrida só de ficar sem correr num dia de treino.

Sensação de dependência é comum depois de um certo tempo de atividade. Outro dia estava pensando que já fazem mais de 30 anos que corro todas as semanas. Às vezes, com mais afinco em função de provas que me proponho a correr e em determinadas fases somente corro por correr. Por essa razão, resolvi pesquisar um pouco e tentar descobrir um fato: será que a corrida vicia?

Hormônios

A corrida estimula em nosso corpo reações fisiológicas e hormonais que provocam essa sensação de dependência depois de certo tempo de prática. Isso não acontece da noite para o dia, portanto, iniciantes devem ter paciência, regularidade e consistência nos treinos. Em dois ou três meses, seu organismo começa a sentir falta da corrida só de ficar sem correr num dia de treino.

Os hormônios responsáveis por esse processo são conhecidos como endorfina e serotonina. Eles são produzidos pelo organismo e, na corrida, ocorre maior produção, provocando aquela sensação de bem-estar e prazer pós-corrida. A serotonina está intimamente ligada aos transtornos do humor. A maioria dos medicamentos antidepressivos estimula aumento da disponibilidade dessas substâncias, o que é exatamente o que o organismo faz durante a corrida. Já a endorfina é um neuro-hormônio com ação analgésica que, ao ser liberada pelo organismo, estimula a sensação de conforto e melhora o estado de humor.

Algumas pesquisas afirmam que os efeitos da endorfina são sentidos até uma ou duas horas após a sua liberação. Como resultado de todo esse processo, quanto maior a quantidade de esforço físico, maior a liberação de endorfina, chegando a um ponto em que é preciso mais exercício para atingir a mesma sensação de bem-estar. E assim acredito que vou correndo nestes 30 anos de muitas trocas de tênis, monitores cardíacos em parques e em qualquer lugar que estiver, pois sempre vou estar com o meu tênis pronto para qualquer tipo de percurso.

Zona Alfa

Outro fator que influencia a corrida é o próprio cérebro. Existe um momento em que você sente que seu corpo e mente são capazes de correr para sempre. Uma emoção privilegiada e pernas e músculos parecem fluir sem qualquer esforço. Esse estado mental é proporcionado por ondas cerebrais que trabalham em uma frequência mais baixa e proporcionam relaxamento profundo. Assim, tudo acontece de uma forma mais agradável, conhecida pelos estudiosos como zona alfa. Vale reforçar que isso não tem nada a ver com a liberação de endorfina. Nessa fase, há um equilíbrio entre o consumo e a produção de oxigênio. Se você for um corredor com certa experiência já deve ter passado por essa sensação que nem percebemos que estamos correndo e o nosso pensamento vai longe.

Questão psicológica

Além dessas alterações físicas e fisiológicas, o vício na corrida acontece também por questões de ordem psicológica. A sensação de missão cumprida ao terminar um treino, completar um percurso ou cruzar a linha de chegada de uma prova, traz uma enorme satisfação que estimula a correr mais e mais. Há de se levar em conta, ainda, que a corrida é uma das atividades mais eficientes para emagrecer e, por isso, muitos praticantes tornam-se dependentes na tentativa de manter o peso. Nesse caso, o exercício funciona como contrapeso, uma forma de compensar os exageros à mesa. Tudo isso é potencializado se o corredor teve o seu corpo transformado pela corrida.

Cuidado

Fique atento a dois sinais em que ficar muito dependente da corrida pode prejudicar a saúde. Em primeiro lugar, observar se a corrida é tão mais importante quanto família, trabalho, amigos e vida social. Também, perceber se a dependência faz com que tenha sintomas de abstinência quando não consegue treinar, como irritabilidade, ansiedade e depressão. Nesses casos, procure orientação do seu treinador.

Assim vamos em frente, enfrentando a nossa vida de uma forma mais prazerosa, fazendo novos amigos e conhecendo novos lugares através da corrida, com um vício que hoje está controlado em provas de dez quilômetros e meias maratonas. Quem sabe mais para frente penso novamente em correr uma maratona. Bons treinos para todos!


Aulus Sellmer: Consultor Webrun da seção Dicas de Treinamento. É Bacharel em Esporte pela Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo (EEFEUSP) com especialização em treinamento desportivo pela USP, marketing esportivo pela UCLA Berkeley EUA e administração esportiva pela FGV-SP. Atualmente é pós graduando no curso MBA Qualidade de Vida em Gestão Corporativa pela Universidade São Camilo. Proprietário da assessoria esportiva 4any1, colaborador da Rádio Eldorado FM e Rádio Estadão AM/FM, revista Contra Relógio e Webrun 4any1.


Matéria publicada no site Webrun

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Exercícios físicos na infância são fundamentais


Na infância, os esportes ajudam a desenvolver a inteligência, a formação de caráter e a afetividade, estimulam a socialização, oferecem melhora na qualidade de vida, auxiliando no domínio do próprio corpo e no aumento da autoestima.

A prática de atividade física deve ser um hábito presente em pessoas de todas as idades – inclusive nas crianças. Na infância, os esportes ajudam a desenvolver a inteligência, a formação de caráter e a afetividade, estimulam a socialização, oferecem melhora na qualidade de vida, auxiliando no domínio do próprio corpo e no aumento da autoestima. “Quando a criança mantém uma rotina de exercícios, também aprende a ter respeito às regras, além de empenho frente aos desafios e a lidar com as adversidades” explica o Dr. José Gabel, pediatra e vice-presidente do Departamento de Cuidados Domiciliares da SPSP (Sociedade de Pediatria de São Paulo).

“Fisicamente, os benefícios também são diversos: melhoram a coordenação motora, equilíbrio, força muscular, flexibilidade e função cardiorrespiratória. Além disso, ajudam na prevenção da obesidade, hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares, ansiedade, depressão e osteoporose”, complementa.

Para um maior estímulo à prática esportiva, é importante que os pais (ou responsáveis) sejam exemplos e também levem a criança a conhecer atividades diferentes. Com o tempo, ela descobrirá seu potencial e talentos para usar suas habilidades da maneira correta.

Primeiro contato

Algumas medidas podem estimular a criança a se movimentar desde a fase da lactação: a partir dos 6 meses de idade, o uso dos cercados permite que a criança observe o ambiente, brinque e se apoie para tentar ficar em pé; aos 10 meses, a criança já deve começar a engatinhar e andar com apoio. De 1 a 3 anos, as atividades físicas já podem ser introduzidas por meio de brincadeiras, como amarelinha, danças, esconde-esconde, entre outras.

Crianças de 4 a 8 anos já podem começar a se aventurar no mundo dos esportes. Aulas de iniciação esportiva que preconizam o contato com diversas modalidades (futebol, vôlei, handebol e basquete, principalmente), colaboram para o desenvolvimento da coordenação física e psicomotricidade – que consiste na integração das funções motoras e psíquicas em consequência da maturidade do sistema nervoso. Dos 8 aos 11, as atividades devem ser pré-desportivas, explorando elementos técnicos e táticos de modalidades individuais ou coletivas.

Na faixa etária que vai dos 12 aos 16 anos ocorre a especialização em determinada modalidade esportiva. Fatores como motivação, idade e biotipo são muito relevantes para a sua prática. “O atleta começa a refinar e aperfeiçoar seus movimentos, portanto já tolera mais intensidade e carga de exercícios, adquire uma grande capacidade técnica e treina visando resultados. Para tal, é necessário que haja uma supervisão adequada composta por técnicos, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos e médicos”, relata o especialista.

“É importante lembrar que nesta idade existem grandes diferenças de maturação entre crianças da mesma idade. Por isso, é necessário identificar o ritmo de crescimento e de maturidade pubertária, sem considerar apenas a idade cronológica (a idade óssea pode ser um dado de orientação)”, acrescenta Dr. Gabel.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda 60 minutos diários – e, preferivelmente, de 5 a 6 vezes por semana – de atividades aeróbicas para crianças e adolescentes entre os cinco e 17 anos de idade. É essencial, também, que o jovem possua uma rotina alimentar saudável, com conhecimento sobre os males de uma suplementação inadequada e do uso de anabolizantes – além de orientações contra o fumo, bebidas alcoólicas e drogas.


Matéria publicada no site EBC

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terça-feira, 25 de agosto de 2015

MMA é esporte para mulheres? Especialistas divergem sobre assunto


Segundo especialista, tendo em vista a constituição genética do corpo feminino e a sua fragilidade óssea em relação ao organismo masculino, acima de qualquer problema moral, ético ou religioso, a mulher de maneira alguma é preparada para apanhar desta forma sem sequelas.

O MMA feminino está em alta, especialmente, pela popularidade de Ronda Rousey, que virou a queridinha do UFC pelo mundo.

Recentemente, ela venceu a brasileira Bete Corrêa no Rio de Janeiro, e ainda conquistou mais fãs ao visitar pontos turísticos da cidade e assistir a uma partida do Flamengo no Maracanã.

Porém, a prática de lutas pelas mulheres ainda é um assunto polêmico devido aos danos que os fortes golpes podem causar.

Há especialistas que defendem a suspensão da prática por mulheres, alegando que o corpo é mais frágil e não é preparado para receber socos e pontapés. Por outro lado, outros acreditam que o físico feminino é como o dos homens, e não acham que elas devem deixar tais atividades de lado.

Para saber detalhes sobre o que acontece com o corpo das mulheres ao receberem golpes, possíveis danos e esportes mais indicados para elas, o SRZD conversou com Beny Schmidt, chefe e fundador do Laboratório de Patologia Neuromuscular e professor adjunto de Patologia Cirúrgica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e com Rickson Moraes, médico ortopedista do Instituto Nacional de Ortopedia e Traumatologia (INTO/MS).

Um deles acredita que é “inconcebível duas mulheres participarem do UFC”. “Tendo em vista a constituição genética do corpo feminino e a sua fragilidade óssea em relação ao organismo masculino, acima de qualquer problema moral, ético ou religioso, a mulher de maneira alguma é preparada para apanhar desta forma sem sequelas. Portanto, podemos categoricamente afirmar que esse, assim chamado, esporte, MMA é extremamente prejudicial à saúde feminina”, disse.

Outro especialista já defende que qualquer pessoa, independente do sexo, pode praticar este tipo de atividade, e os riscos são os mesmos. “Atletas como Ronda Rousey, Cris Cyborg, Joanna Jedrzejczyk e Claudinha Gadelha estão aí para mostrar que não há limites para as mulheres quando se fala de MMA”.

Leia abaixo as considerações dos dois médicos sobre o assunto:

O corpo da mulher é preparado para receber fortes golpes, como acontece nas lutas de MMA? O que difere do corpo do homem neste sentido?

Dr. Beny Schmidt: De maneira alguma. A quantidade de massa muscular é o que difere, principalmente, pois é muito menos desenvolvida e, em menor escala, a estrutura óssea, que é mais delicada e frágil no sexo feminino.

Dr. Rickson Moraes: Nem homens nem mulheres são preparados para receber impactos de grande intensidade, porém sabemos que, em geral, a composição corporal tende a ser diferente entre os sexos (o que chamamos de dismorfismo sexual), com um maior percentual de gordura verificado nas mulheres, enquanto que os homens geralmente apresentam maior volume de massa muscular. Associado a isso, os homens têm geralmente ossos maiores, graças a ações dos chamados esteróides sexuais. É importante ressaltar que a distribuição da gordura se dá de maneira diferente nas mulheres, com maior predomínio na região dos quadris e mamas. Não podemos esquecer que a mulher está sobre influência das variações hormonais verificadas no ciclo menstrual, o que determina períodos em que há maior retenção hídrica e períodos em que há perda sanguínea. Atletas do sexo feminino que diminuem muito seu percentual de gordura (por conta das atividades desportivas) sofrem alterações hormonais bastante relevantes, chegando inclusive a não menstruar (o que chamamos de amenorréia). Todos estes fatores são importantes na capacidade de absorção de impactos e na programação das competições e treinos.

Quais são os danos que as lutas podem causar para a saúde da mulher?

Dr. Beny Schmidt: Os principais danos são as graves lesões musculares e as fraturas ósseas, sobretudo dos ossos da face.
Dr. Rickson Moraes: Em sua maioria, os danos são os mesmos aos quais estão submetidos os homens, porém, pode haver diferença na frequência verificada. Estudos realizados em diversos esportes sugerem que as mulheres têm até 70% mais chances de desenvolver uma concussão (um tipo de trauma no crânio) do que os homens. A composição corporal pode também determinar lesões distintas, como é o caso dos traumas nos seios (nas mulheres) e lesões na bolsa escrotal e pênis (verificados no homem).

Podemos dizer que o MMA é prejudicial à saúde feminina?

Dr. Beny Schmidt: Claro que sim. Do ponto de vista acadêmico, cientifico, filosófico e educacional, é um absurdo agenciadores do mundo inteiro escolherem essas moças para tal brutalidade em pleno século XXI.
Dr. Rickson Moraes: Como acontece com qualquer esporte de contato, há riscos envolvidos com sua prática tanto para homens quanto para mulheres. Se realizado de maneira equivocada e sem um adequado preparo técnico e físico, qualquer esporte pode levar a lesões. Seguindo as orientações corretas e utilizando equipamentos de proteção (como luvas, protetores bucais, protetores para seios, caneleiras, etc.), essas lesões são minimizadas e os benefícios da atividade desportiva superam facilmente os riscos.

Quais são os esportes mais indicados para as mulheres? Nenhum tipo de luta é recomendado?

Dr. Beny Schmidt: Os esportes mais recomendados para as mulheres são os esportes que não exigem delas um estresse exagerado ósteo-musculo-tendíneo. Exemplos: tênis de mesa, voleibol, etc. Entre as lutas, poderíamos admitir judô e caratê, por exemplo.
Dr. Rickson Moraes: À luz da ciência atual, não há fatores estabelecidos que definam quais às práticas desportivas mais adequadas a cada um dos gêneros. Cada vez mais vemos mulheres praticando esportes tidos como masculinos e, o que é mais importante, praticando em alto nível e com excelentes resultados. Atletas como Ronda Rousey, Cris Cyborg, Joanna Jedrzejczyk e Claudinha Gadelha estão aí para mostrar que não há limites para as mulheres quando se fala de MMA.

Que conselhos dá às mulheres que praticam o MMA atualmente?

Dr. Beny Schmidt: Para as mulheres que praticam, peço um momento de reflexão profunda e maior entendimento da sua alma feminina. Para todas aquelas que são assediadas por esses verdadeiros crápulas, peço que denunciem aos seus pais, aos seus professores, aos seus maridos e assim por diante.
Dr. Rickson Moraes: Parece lógico recomendar que se evitem competições que envolvam força desproporcional entre os oponentes (o que acontece quando um homem luta contra uma mulher ou quando atletas do mesmo sexo, porém com grande diferença de peso corporal, lutam entre si). Diversos estudos mostram que categorias de peso, divididos por sexo, parecem promover uma proteção adicional aos praticantes de MMA.
Não custa lembrar que, antes de praticar qualquer esporte de contato (principalmente em nível competitivo), mulheres em idade fértil devem certificar-se que não estejam grávidas, pois traumas abdominais ou pélvicos podem precipitar um abortamento; esse é um cuidado que a maioria dos grandes eventos de MMA mundiais (como o UFC) já tomam. Cabe ressaltar também a importância de passar por uma avaliação médica completa antes de iniciar qualquer atividade física, além de procurar praticar este esporte com orientações de professores e técnicos capacitados.


Matéria publicada no site SRZD

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Saiba os benefícios da massagem desportiva


Atletas ou pessoas que praticam exercícios físicos com frequência sabem que a musculatura precisa de preparação e recuperação. A massagem desportiva é reconhecida por tratar (recuperação) e ajudar a alcançar melhores objetivos (preparação) ao esportista. Serve, portanto, para pré e pós atividades físicas e/ou competições.

Sua rotina de treinamento é intensa? Utiliza massagem desportiva como forma de recuperação muscular?

Atletas ou pessoas que praticam exercícios físicos com frequência sabem que a musculatura precisa de preparação e recuperação. A massagem desportiva é reconhecida por tratar (recuperação) e ajudar a alcançar melhores objetivos (preparação) ao esportista. Serve, portanto, para pré e pós atividades físicas e/ou competições.

Na fase de condicionamento, pode ajudar os atletas a recuperarem a musculatura após um treino intenso e também a evitar dores causadas pela fadiga. Neste momento, as manobras devem ser realizadas com mais velocidade e intensidade, para “acordar” a musculatura, elevando a circulação e temperatura local.

Após uma competição, pode auxiliar na regeneração muscular, alongando as fibras musculares, eliminando possíveis edemas e toxinas (como o ácido lático) do corpo. Neste caso, a massagem deve ser mais lenta e precisa. Muitos autores acreditam que a massagem desportiva realizada após uma atividade física intensa, promove uma recuperação muscular mais rápida – além da diminuição da dor.

​ A técnica também trabalha nos trigger points (pontos de gatilho), nódulos sensíveis e palpáveis causadores de dores locais. Geralmente localizam-se onde músculo e tecido se conectam, lugar onde a tensão se acumula. Os pontos de gatilho podem estar longe do ponto de origem da dor – e podem causar problemas como enxaquecas, torcicolos e dores nos braços e pernas, por isso a importância de serem trabalhados.

​Como se percebe, a massagem desportiva pode ser benéfica para pessoas que curtem atividade física ou aquelas que se dedicam exclusivamente ao esporte. Em ambos casos é bem vinda, pois tem também um efeito psicológico, ligado ao bem estar, desencadeado pelo toque e pelo relaxamento.

​O que modifica em cada caso é a maneira de ser aplicada e, por isso cabe ao profissional que for executá-la conhecer a pessoa que vai receber a técnica, saber qual esporte pratica e quais áreas do corpo são mais utilizadas – assim poderá fazer uma massagem mais efetiva e correta. Muitos atletas, como os jogadores de futebol, corredores e fisioculturistas, são usuários da massagem desportiva – que geralmente é bem recebida pela maioria das pessoas. E o melhor: existem estudos que comprovam que a técnica ajuda o atleta a aumentar o desempenho e evitar lesões.

​Os principais objetivos da massagem esportiva são: relaxar musculatura, aliviar estresse e possíveis dores, evitar a fadiga, remoção de toxinas, aumento das articulações, diminuir edemas, aumentar o desempenho, prevenir lesões.

​Ideal ser realizada uma vez por semana. Nos casos de preparação para uma prova, pode aumentar para duas vezes na semana ou sempre após o treinamento e competição. Ela é contra-indicada para quem apresenta lesões agudas, doenças cutâneas, feridas abertas, febre, infecções, tumores, trombose, problemas circulatórios ou renais.


Matéria publicada no site Torcedores.com

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Prática de esportes por lazer exige cuidados profissionais para evitar lesões


O risco de praticar esportes sem avaliação médica e acompanhamento profissional é de sofrer lesões em diversos membros.

Movimentar o corpo traz muitos benefícios para a saúde, como melhora do condicionamento físico e prevenção e controle de doenças crônicas e degenerativas. Para aproveitar ao máximo as vantagens da prática de esportes por lazer, como academia, futebol com os amigos, corrida amadora de rua e ciclismo na cidade, o exercício precisa ser acompanhado por profissionais capacitados. Caso contrário, poderá causar sérios problemas.

“Antes de iniciar a atividade física, é preciso procurar um médico. Durante a consulta, serão avaliados o histórico de saúde do paciente e familiares, as lesões que possa ter sofrido e os objetivos a serem atingidos. Medidas corporais (perímetros, estatura, peso, composição corporal – massa magra e gorda), avaliação postural e testes específicos de flexibilidade, força, resistência muscular, cardiorrespiratório, equilíbrio e potência também serão obtidos. Dependendo da idade, alguns exames complementares podem ser solicitados”, conta o ortopedista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Marco Aurélio Neves.

O risco de praticar esportes sem avaliação médica e acompanhamento profissional é de sofrer lesões em diversos membros. “Entre as principais, estão distensão ou estiramento muscular, dor cervical, luxação no ombro, distensão na lombar, inflamação dos músculos e tendões do antebraço, desalinhamento da rótula e desgaste da cartilagem do joelho, dores nos músculos próximos aos ossos da canela, torção do tornozelo, inflamação do tendão de Aquiles e inflamação da parte acolchoada da planta do pé. Geralmente, esses problemas são causados pelo uso excessivo da região afetada sem o devido preparo”, alerta.

“Cada lesão tem sua particularidade de tratamento, mas é comum indicar, para a maioria delas, repouso e afastamento temporário da atividade, medicações para conforto e controle da dor e dos quadros inflamatórios e reabilitação com fisioterapia para acelerar a recuperação e contribuir com o completo restabelecimento das lesões. Em alguns casos, pode ser necessário o tratamento cirúrgico”, explica.

Na academia

Orientação profissional e respeito aos limites corporais são os grandes mandamentos. A prática deve incluir preparação, aquecimento, alongamentos e exercícios de flexibilidade e progressão gradativa da intensidade e carga da atividade com critério e conforto.

No futebol com os amigos

A preparação inadequada, associada ao esporte de contato (impacto) com baixa frequência semanal, é sinônimo de lesões traumáticas e lesões por sobrecarga (distensões, fraturas musculares e tendíneas, entorses etc.).

Na corrida amadora de rua

É preciso orientação, programação individualizada de treinamento e equipamentos adequados (vestimenta e calçados). A corrida é a atividade física com melhor custo-benefício, porém, devido à intensidade do impacto, é um exercício que tem grande potencial de causar lesões.

No ciclismo na cidade

Equipamentos de segurança e utilização de ciclovias e faixas exclusivas são primordiais. A mortalidade associada à prática de ciclismo e uso de bicicleta como transporte é alta.

* Marco Aurélio Neves é ortopedista e especialista em Traumatologia Esportiva da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo


Matéria publicada no site Portal Novidade

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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Crianças acima do peso vão viver menos que os pais


A obesidade nas crianças não só faz com que elas fiquem doentes, mas também que tenham chance de morrer prematuramente de infarto, câncer e diabetes. Elas estão ficando hipertensas, com aumento de colesterol e triglicérides, fatores que, de acordo com estudos muito bem estabelecidos, contribuem para o aumento de morte dessas crianças no futuro.

A pesquisa é de 2009 e, em comparação com os números de 1974, o registro do excesso de peso na infância triplicou, passando de 9,7% para 33,5%. No Brasil, uma em cada três crianças está acima do peso.

No café da manhã, suco de caixinha. No almoço, lasanha congelada. De lanche, um salgadinho e, para o jantar, macarrão instantâneo. O que era para ser apenas uma alternativa conveniente e esporádica acabou se tornando rotina nas mesas de famílias pelo mundo todo — e a praticidade agora cobra seu preço. Enquanto a expectativa de vida aumentou entre as últimas gerações, as crianças de hoje em dia provavelmente viverão menos do que seus pais. E muito da culpa será, justamente, das comidas industrializadas e fast-foods.

O alerta é da coordenadora do departamento de obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia, doutora Zuleika Halpern, que classifica como epidemia os atuais números da obesidade no Brasil. De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em parceria com o Ministério da Saúde, uma em cada três crianças de cinco a nove anos está acima do peso recomendado pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

A pesquisa é de 2009 e, em comparação com os números de 1974, o registro do excesso de peso na infância triplicou, passando de 9,7% para 33,5%. A projeção para 2025 é de que a quantidade de crianças obesas chegue a 75 milhões, caso nenhuma providência seja tomada.”Essa obesidade nas crianças não só faz com que elas fiquem doentes, mas também que tenham chance de morrer prematuramente de infarto, câncer e diabetes. Elas estão ficando hipertensas, com aumento de colesterol e triglicérides, fatores que, de acordo com estudos muito bem estabelecidos, contribuem para o aumento de morte dessas crianças no futuro.”

Além dos problemas físicos, que incluem também alterações hormonais e, posteriormente, sexuais, a obesidade infantil é responsável por distúrbios alimentares e depressão, podendo levar, inclusive, ao suicídio na adolescência.”As crianças ficam absolutamente isoladas socialmente, são discriminadas. Ninguém as chama para a turma, para jogar bola, para brincar, e ainda viram motivo de chacota, recebendo apelidos horrorosos. Há crianças obesas que chegam ao ponto de não querer mais nem ir para a escola.”

A culpa é dos pais

Embora os pequenos tenham um certo poder de decisão sobre o que consomem ou não, quem acaba dando a palavra final são os pais — e é aqui que mora o perigo. Se não houver firmeza e a família toda se deixar levar pelos desejos das crianças, com certeza a despensa vai ter muito mais guloseimas do que alimentos saudáveis.

Para Zuleika, os pais são totalmente responsáveis pela saúde dos filhos, especialmente no que diz respeito ao peso e controle da obesidade.

Sem o envolvimento deles, a criança não conseguirá modificar seus hábitos sozinha, ainda mais quando há tamanha oferta de doces e salgadinhos em locais como farmácias, padarias e bancas de jornal, sempre em prateleiras estrategicamente dispostas na altura das crianças.”A criança consome o que os adultos oferecem, ela se senta à mesa e vai comer o que tem. Vivemos em uma época em que as pessoas trabalham mais, e ninguém tem tempo de cozinhar. A pessoa entra no mercado, compra vários pacotes, põe a criança na frente da TV, dá um pacote e vai fazer outra coisa. A crise da obesidade tem vários componentes, mas, sem dúvida nenhuma, se houvesse uma oferta de alimentos prontos mais saudáveis, seria uma boa ajuda para os pais.”

32 kg de açúcar

Todos os anos, um americano médio come 15 kg de queijo, 32 kg de açúcar, e, por dia, 8,5 gramas de sal, o dobro do recomendado pela Organização Mundial da Saúde. E, ao contrário do que se possa pensar, estas cifras não vêm de escolhas voluntárias, como, por exemplo, chacoalhar o saleiro em cima do prato, mas, vêm, sim, dos alimentos industrializados.

Para mostrar de que maneira chegamos à epidemia da obesidade e a hábitos alimentares tão prejudiciais à saúde, o jornalista vencedor do prêmio Pulitzer, Michael Moss, escreveu o livro Sal, Açúcar, Gordura, lançado no Brasil em 2014 pela editora Intrínseca.

A publicação se baseia em uma extensa pesquisa envolvendo as grandes companhias de alimentos multinacionais, laboratórios e cientistas, e aponta que, na guerra pela conquista dos consumidores, vale tudo, até mesmo apelar para o abuso dos três ingredientes que dão título ao livro, e para estratégias comerciais tão agressivas quanto eram as da indústria do tabaco, antes deste tipo de propaganda ter sua veiculação proibida.

Em entrevista exclusiva ao R7, Moss conta que o que mais o surpreendeu ao escrever Sal, Açúcar, Gordura foi perceber o quanto o marketing tem seu papel em deixar as crianças dependentes das comidas processadas, moldando seus hábitos alimentares de uma maneira nociva à saúde.

“Alguns especialistas estão convencidos de que, para a maioria das pessoas, alimentos muito doces e muito gordurosos acabam causando a perda de controle, assim como acontece com o álcool, o tabaco e talvez até alguns narcóticos. Mas, mais que isso, eles mostram que é mais difícil parar de comer em excesso do que abandonar o vício em drogas, já que o marketing dos alimentos é tão dominante.”

Na pesquisa, Moss constatou que o “paladar infantil” existe de fato: crianças preferem comidas duas vezes mais doces que os adultos, que, no geral, vão diminuindo seu gosto por açúcar ao longo da vida. O jornalista acrescenta, ainda, que a gordura tem seu ápice de adesão durante a adolescência, e que, em relação ao sal, suas descobertas foram ainda mais surpreendentes. “Até os seis meses de idade, nós não toleramos o sal. Além disso, há um estudo que comprova que nosso gosto pelo sal na fase adulta é intimamente ligado à quantidade de exposição que tivemos a alimentos processados enquanto crianças.”

“Lavagem saudável”

Ao perceber que, com a divulgação da epidemia de obesidade que se alastra pelo mundo uma parcela dos consumidores se tornou mais consciente e passou a buscar alimentos processados com reduzidos teores de sal, açúcar e gordura, os fabricantes deram, então, início à produção de itens dentro desta nova necessidade.

Moss, no entanto, acredita que a iniciativa não passa de uma tentativa de dar uma nova roupagem a produtos praticamente iguais aos que já existiam, em um processo que ele chama de “lavagem saudável”. “Eles fingem oferecer produtos mais saudáveis ao mudar um único elemento na receita, de modo que não se trata de uma mudança significativa. Acontece que as empresas dependem do abuso de sal, açúcar e gordura para tornar seus produtos mais convenientes, irresistíveis e baratos, então não vão desistir desta fórmula.”

Como explica a endocrinologista Zuleika Halpern, crianças que têm dietas baseadas em alimentos industrializados vivem mal alimentadas e, por consequência, estarão sempre com fome. “São produtos nada nutritivos e que causam um efeito que chamamos de fome rebote. Ela come um pacote de bolachas inteiro e, depois de duas horas, já está com uma fome violenta. Isso acontece porque há um pico de insulina com a ingestão de tanto açúcar. É diferente de uma criança que come um prato de comida, e que vai ficar sem fome por, no mínimo, quatro horas.”

A médica alerta, ainda, para o fato de que, mesmo quando os pequenos fazem atividade física, os efeitos nocivos deste tipo de alimentação não são anulados. Mesma coisa com os pais que contam com a genética a favor dos filhos. De acordo com Zuleika, há diversos casos de crianças com sobrepeso que têm genitores magros. “Vivemos em um mundo em que tudo é feito para nos engordar e destruir. É preciso se cuidar para ter uma boa alimentação, praticar atividades físicas e nunca ficar inativo. Fico revoltada, porque a expectativa de vida vinha aumentando, conquistamos bons medicamentos para isso, e, agora, vamos acabar revertendo este quadro, porque nada mais vai adiantar. As pessoas vão começar a morrer mais cedo de novo por conta deste ambiente horroroso que desenharam para nós.”


Matéria publicada no site Folha Vitória

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