quarta-feira, 20 de maio de 2015

INSCRIÇÕES ABERTAS !!! - WORK SHOP PILATES EM SUSPENSÃO NO WALL EXERCISE SYSTEM™ - CURITIBA/PR



INSCRIÇÕES ABERTAS!!!


CARGA HORÁRIA: 08 horas /Mec


Objetivos:
Apresentar 80 exercícios de Pilates, core training e treinamento funcional no “ WALL EXERCISE SYSTEM™” e sua associação Bosu, Flexi ring , Bola e Rolo .


Conteúdo:

1- O Wall Exercise System™.
2- Introdução ao Treinamento em Suspensão.
3- Anatomia dos músculos do core.
5- Biomecânica e Cinesiologia no WES™
8- Respiração Torácica Lateral
9- Avaliação da Postura Estática e Dinâmica no WES™ - A parede e o ângulo de inclinação do tronco
10-Treinamento no WES - séries de 80 exercícios, incluindo exercícios de estabilidade estática, dinâmica, dissociação e força funcional.
O desafio da estabilidade é baseado no CORE TRAINING e feito através de exercícios de suspensão, resistência, forca, alongamento e tração.
11- Progressões dos exercícios com bola, bosu e flexi ring
12- Como instalar e regular


O QUE É O WALL EXERCISE SYSTEM™?

Ë uma novidade na Reabilitação e no Treinamento funcional em suspensão.
O WES ™ evoluiu a partir dos exercícios em suspensão encontrados no Yoga e dos treinamentos de resistência com faixas.
Consiste em um sistema de faixas, portátil, de fácil regulagem, que pode ser fixo a uma parede e utilizados em clinicas, estúdios de Pilates, estúdios de treinamento funcional e academias permitindo a realização de mais de 200 exercícios de suspensão, resistência, Pilates,alongamento e tração. O sistema também pode ser ancorado em árvores , traves de futebol ou barras ao ar livre.
Sua instalação é simples, é de fácil manutenção e prolongada durabilidade e resistência.
O WES ™, age modulando o desafio progressivo da estabilidade do tronco através de exercícios em suspensão, focados no alinhamento e integração das cadeias musculares utilizando o peso corporal do usuário para criar inúmeros padrões de resistência.
Adaptado e seguro para as fases de reabilitação é indicado no Treinamento Funciona e para qualquer nível de condicionamento físico incluindo atletas de alta performance.
PARTICIPANTES DO CURSO TERÃO 10% DE DESCONTO NA COMPRA DO APARELHO - WALL EXERCISE SYSTEM -WES



Corpo Docente:
Dr. Joel Steinman - e equipe do TAO PILATES

Médico com mais de 35 Anos de experiência clinica
Surfista há 35 anos
Especialista em Medicina Esportiva - Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte Especialista em Acupuntura e Manipulação Vertebral (quiropraxia) na China pela Academia de Medicina Tradicional Chinesa de Beijing- China - Membro do Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura
Especialista em Pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatra
Mestre em Saúde pela Universidade de Paris
Membro do Pilates METHOD ALIANCE
Pós graduação em Posturologia
Cursou programas de formação na Austrália
Criador do TAO PILATES, voltado a reabilitação e reestruturação do movimento
Membro da Sociedade Brasileira de Medicina Física e de Reabilitação
Diretor Médico do Campeonato Mundial de Surf – WCT Brasil
Diretor Tao Pilates Instituto de Acupuntura e Medicina do Esporte
Autor do livro Surfing and Health (Meyers&Meyers)
Autor do livro Surf e Saúde


Informações:
TAO PILATES® INSTITUTO DE MEDICINA EXERCÍCIO E DO ESPORTE
Fone / FAX: 048-3228-9898
WWW.TAOPILATES.COM.BR
secretaria@taopilates.com.br


NOTA- INSTRUTOR RESPONSÁVEL PELO CURSO PODERÁ SER ALTERADO, CASO HAJA ALGUM IMPEDIMENTO.


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Sentiu lesão durante a corrida? Parar o treinamento é a atitude mais indicada


A corrida pode ser uma excelente atividade física para a manutenção da saúde e melhora da performance física. Mas existem situações em que ela pode te deixar na mão.

Muitos corredores procuram encarar uma eventual lesão de uma maneira mais imediatista, colocando a culpa no último treino, no tênis, na falta de musculação. Mas controle esse ímpeto, faça uma análise honesta da sua sistemática de treinos pois, geralmente, as lesões são a soma de fatores relacionados diretamente ou não ao momento em que estamos correndo, na maioria das vezes, elas acontecem por excesso de treinos ou provas, ou seja, a culpa pode ser do atleta.

Vamos imaginar que o atleta está  fazendo o treino longo e, de repente, sente uma dor na panturrilha. Nesse momento ele percebe que não dá mais para correr (e às vezes nem caminhar). O que ele deve fazer? Em primeiro lugar, interromper o treino, é a atitude mais sensata.  Somos seres humanos normais, que trabalhamos, dormimos pouco algumas vezes, nos estressamos e isso vai se acumulando.

Pode ser que, no momento, o melhor remédio seja um pouco de descanso e uma posterior reavaliação do treinamento e dos objetivos. É compreensível que essa pausa forçada seja frustrante. Monitorar a dor por dois ou três dias e o atleta tem de relaxar. Caso ele sinta que está melhorando, ele está no caminho certo e, provavelmente, voltará a treinar logo. Mas se sentir que a dor não melhorou ou que piorou, talvez seja a hora de procurar ajuda de um fisioterapeuta (ou um médico) ligado ao esporte e, se possível, que seja corredor também.

É preciso parar de treinar completamente? Se doer, não faça. Se o atleta não consegue correr por que sente dor, mas consegue pedalar, malhar ou nadar (ou alguma outra atividade), é bem provável que possa continuar praticando essas atividades de forma moderada. A boa notícia é que a maioria das lesões da corrida não são graves e raramente alguém precisa de um tratamento fora do comum. E além do mais, de certa forma, as lesões fazem parte do processo de aprendizagem e, possivelmente, o atleta voltará aos treinos sendo um corredor mais cuidadoso.

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Mitos e verdades sobre a Fascite Plantar




Quase metade dos meus pacientes atuais estão com fascite plantar. E isso não é algo que me surpreenda, pois essa patologia, que gera dor na sola do pé, é um dos três acometimentos mais frequentes entre os corredores.

Convivendo e tratando diariamente essas pessoas ouço muitos comentários que podem ser enquadrados como mitos e que, se esclarecidos, vão te ajudar a enfrentar melhor esse problema:

- “Preciso de um tênis melhor”: Não é um tênis melhor que irá curar a sua fascite plantar. A maneira como você corre é mais importante do que os acessórios que você usa para correr. Por exemplo, mesmo com a tecnologia mais avançada, um tênis não é capaz de absorver impacto tão bem quanto seu próprio corpo, se você estiver correndo com uma boa biomecânica. O tênis te dará apenas uma sensação de conforto e “maciez” na pisada, mas o seu calcanhar continuará sofrendo com o impacto.

– “Foi falta de alongamento”:O alongamento não previne lesões na corrida. Essa notícia já se espalhou entre os corredores, mas quem ainda não sabia, pare de se sentir culpado achando que se machucou porque não alongou o suficiente. As causas das lesões na corrida são muita mais complexas do que alongar ou não.
Já durante o tratamento, o alongamento da sola do pé é importante para devolver a flexibilidade da fascia plantar que, quando doente, tende a ficar mais enrijecida.

- “Não formou esporão, então não é grave”: O esporão do calcâneo é algo que pode acompanhar a fascite plantar, mas atualmente há uma discussão se as duas coisas patologias tem mesmo uma ligação tão direta como pensávamos. O fato é que a fascite plantar por si só é um dos problemas mais complicados da corrida e se não tratada precocemente pode se tornar algo crônico e de resolução complicada.

E quando eu digo crônico me refiro há períodos de meses, que podem ultrapassar um ano. Eu sei como é difícil para você, apaixonado por corrida, ficar algumas semanas sem treinar para fazer um tratamento. Mas no caso da fascite plantar isso é algo importante pensando a longo prazo. O que é pior, ficar um ou 12 meses sem correr?

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Batata doce: uma opção saborosa e saudável para incluir no cardápio



A batata doce possui um valor calórico maior que a batata “comum”, no entanto, ela auxilia na perda de peso porque aumenta a sensação de saciedade e fornece energia de forma equilibrada, sem elevar os níveis de glicose no sangue.

Quando o assunto é dieta e, mais especificamente perda de peso, a maioria das pessoas tem certo receio em consumir carboidratos. Porém, esse tipo de alimento é responsável por dar energia, por isso não devem ser eliminado da dieta (ao menos que esta seja uma orientação de um profissional como nutricionista ou nutrólogo).

Mas, a dica, para quem se preocupa com a saúde e boa forma, é investir em “carboidratos do bem”. E entre eles, nenhum se destaca mais do que a batata doce!

Muito famosa entre os atletas, o que pouca gente sabe é que esta batata não é indicada somente para quem se exercita, mas para todos, pois pode oferecer inúmeros benefícios à saúde – que vão além da boa forma.

Abaixo você confere quais benefícios a batata doce pode oferecer, como pode ser útil em um processo de emagrecimento e como ela pode/deve ser consumida.

Batata doce X Batata inglesa

Uma das dúvidas mais comuns entre as pessoas é: qual é a diferença entre a batata doce e a batata “normal” (inglesa)? Por que a batata doce é mais recomendada?

Talitta Maciel, do Espaço Reeducação Alimentar, explica que a batata doce possui um valor calórico maior que a batata “comum”, no entanto, ela auxilia na perda de peso. “Isso porque aumenta a sensação de saciedade e fornece energia de forma equilibrada, sem elevar os níveis de glicose no sangue”, diz.

Além disso, acrescenta a nutricionista, a batata doce possui mais fibras, mais potássio, e mais cálcio do que a batata inglesa.

“As características desse tubérculo também ajudam a controlar o colesterol ruim (LDL) e diabetes, além de auxiliarem no bom funcionamento intestinal”, diz Talitta.

Outra grande diferença entre a batata doce e a batata “comum” é o tipo de carboidrato, chamado amido resistente, conforme explica Talitta. “Esse amido, ao contrário do carboidrato normal, não é rapidamente absorvido pelo organismo. As enzimas do intestino delgado não conseguem digeri-lo, além disso, ele atrai moléculas de gordura e açúcar, assim, essas moléculas acabam sendo digeridas mais lentamente”, destaca.

5 vantagens de incluir a batata doce na dieta

Resumindo: não faltam bons motivos para incluir a batata doce na dieta. Abaixo você confere os principais:

Controle de diabetes

O consumo de batata doce, de acordo com Talitta, ajuda no controle de diabetes, pois ela possui baixo índice glicêmico.

Perda de peso

Talitta ressalta que a batata doce auxilia no emagrecimento, pois diminui o apetite e é rica em fibras. “Na quantidade adequada, pode ser uma aliada na perda de peso, isso porque é um carboidrato de baixo índice glicêmico – o que significa que é digerido de forma mais lenta e, assim, dá mais saciedade, auxiliando no controle do peso. Além disso, por liberar a glicose de forma gradual, evita que ela seja armazenada no corpo feito gordura”, diz.

Energia para praticantes de atividade física

Talitta explica que a batata doce é uma ótima opção para praticantes de atividade física. “Fornece muita energia sem provocar picos de glicose no sangue, aumenta a disposição durante a atividade, auxilia na queima de gordura e no ganho de massa muscular”, destaca.
Reforço para o sistema imunológico
Talitta destaca que a batata doce também fortalece o sistema imunológico, já que possui alta quantidade de vitamina A.

Versatilidade

A batata doce, além de ser deliciosa e agradar a maioria das pessoas, rende bons pratos saudáveis (tanto salgados quanto doces).

Vale ressaltar, porém, que deve ser sempre feita cozida. Nada de fritar a batata doce, pois o óleo já deixa a opção pouco saudável.

Quanto de batata doce é “permitido” consumir por dia?

Apesar de ser saudável, é claro, a batata doce não deve ser consumida em excesso. Talitta explica que a quantidade recomendada para consumo diário deve acompanhar as necessidades de 60% a 65% de carboidratos, em média, de uma rotina alimentar. “Porém, isso pode ser ajustado de acordo com o nível de atividade física da pessoa, peso, altura e objetivo”, diz.

A nutricionista acrescenta que cerca de 100 gramas de batata doce possui aproximadamente 100 calorias.

Agora você já tem algumas receitas e já conhece bons motivos para incluir a batata doce na sua dieta. Lembre-se que, embora saudável, ela não deve ser consumida em excesso!

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sexta-feira, 15 de maio de 2015

Lesões esportivas em jovens e crianças




Você já ouviu falar dos muitos benefícios da atividade física para a saúde. Além de melhorar seu condicionamento físico, a prática de exercícios e esportes também pode melhorar sua auto-estima, coordenação e disciplina (particularmente em crianças). Porém, esses benefícios podem ter um preço: lesões esportivas. Afortunadamente, você pode prevenir muitas lesões esportivas com precauções simples.

Esportes de contato, como futebol, oferecem riscos óbvios de lesões. “Os maiores índices de leões ocorrem em esportes que envolvem contatos e colisões”, diz Dra. Lynne Haverkos, pediatra no NIH (National Institutes of Health). “Lesões na cabeça são as mais sérias e em torno de 21% das lesões cerebrais traumáticas em crianças no EUA está relacionada a esportes e atividades recreativas como ciclismo e skate”, explica Dra. Lynne Haverkos.
É por isso que a primeira coisa que você precisa se certificar é se está usando os equipamentos de segurança apropriados para seu esporte.

Porém, qualquer parte do seu corpo pode se lesionar durantes esportes ou exercícios físicos. Muitas lesões envolvem o sistema músculo esquelético: músculos, ossos e tecidos relacionados, como cartilagens. “Torções e distensões estão entre as lesões mais comuns”, explica Dra. Haverkos, adicionado “joelhos, tornozelos e pulsos são as articulações mais comumente lesionadas”.

Equipamentos podem influenciar nesses tipos de lesões também. Desde calçados apropriadados para corrida, até os patins corretos para patinação, bons equipamentos que se ajustam perfeitamente podem ajudar a prevenir muitos problemas.
    
Lesões esportivas em jovens e crianças

As pessoas tendem a ter diferentes tipos de lesões. Os ossos, músculos, tendões e ligamentos de atletas jovens, por exemplo, ainda estão em crescimento e mais susceptíveis a lesões. Suas placas de crescimento são mais fracas que os ligamentos e tendões próximos.
Crianças que ainda estão aprendendo um esporte possuem maior risco de lesões. Elas podem ser mais susceptíveis a quedas ou colisões porque o corpo ainda não está treinado para se mover da forma correta para o esporte. Caso seu filho pratique esportes, certifique-se que ele está sendo orientado por um profissional qualificado, que o ensinará a técnica correta. Também verifique se o equipamento esportivo do seu filho se ajusta apropriadamente, e que ele o está usando da forma correta. Além disso, veja se o local da prática esportiva é seguro. Campo de futebol esburacado e traves do gol sem manutenção podem causar lesões sérias.

Dra. Haverkos diz que o ideal é que as crianças sejam agrupadas de acordo com seu nível de habilidade e tamanho, não pela idade. Se isso não for possível, deve-se elaborar atividades para acomodar crianças com diferentes níveis de habilidade. Quando duas crianças da mesma idade, mas diferentes níveis de maturidade física, competem entre si, a menos madura fisicamente terá maior risco de lesão.

Outro erro que os pais frequentemente cometem é forçar seus filhos em um nível de competição para o qual eles não estão preparados. Dra. Haverkos diz: “competição deve ser menos importante do que se divertir e socializar. O esporte fornece formas valiosas de estar fisicamente ativo, desenvolver habilidade, sociabilizar e se divertir”.
Pais e treinadores nunca devem forçar uma criança com dor. “Se você forçar  elas podem agravar.

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Pilates é superior ao Treinamento de Equilibrio convencional na qualidade de vida e equilíbrio na terceira idade.



Pilates versus Conventional Balance Training on Functional Balance and Quality of Life in Elderly Individuals: A Randomized Controlled Study

Scholars Journal of Applied Medical Sciences 03/2014; 2(1):221-226.
ABSTRACT The objective of the study was to compare the effectiveness of Pilates intervention (PI) and Conventional
Balance Training (CBT) in improving functional balance and quality of life (QOL) in elderly individuals. In a prospective randomized controlled design, 51 ambulatory elderly individuals were recruited from four different old age homes and randomly allocated into three groups(Pilates intervention-PI; Conventional Balance training-CBT and Control; N=17 in each group). All the groups underwent 6 weeks of supervised intervention programs in their old age homes. Functional reach test (FRT), timed up and go test (TUG), dynamic gait index (DGI) for functional balance and RAND-36 for quality of life were recorded at baseline and after 6 weeks of intervention. The 6 weeks of PI & CBT program resulted in significant improvement of functional balance (FRT, TUG & DGI: p=0.000) and QOL (RAND-36: p=0.000) in ambulatory elderly individuals which was not evident in the control group. However PI was found to have greater improvements in functional balance and QOL scores compared to CBT and control. Both PI and CBT can improve functional balance and decrease propensity to fall in elderly individuals thereby improving QOL. However, PI was found to be superior to CBT in improving functional balance and QOL among ambulatory elderly individuals.
Keywords: Pilates training; Balance training; Geriatric; Physical activity.


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Pilates se mostra efetivo no controle da incontinência urinaria pos – prostatectomia.



Confira o resumo do artigo publicado no conceituado  Neurourology and Urodynamics em março de 2015
 
Is Pilates as Effective as Conventional Pelvic Floor Muscle Exercises in the Conservative Treatment of Post-Prostatectomy Urinar y Incontinence?
A Randomis ed Controlled Trial

Fabiana Rotondo Pedriali e cols

Aims: To verify the efficacy of a Pilates exercise program compared to conventional pelvic floor muscle exercise (PFME) protocol in the conservative treatment of post-prostatectomy urinary incontinence (PPUI). Methods: Baseline
assessment was performed four weeks postoperatively and included 24 hr pad test, bladder diary, and the ICIQ-SF.
Patients were randomised into three groups: Pilates (G1), PFME combined with anal electrical stimulation (G2), and a control group (G3). Both treatment groups had to perform 10 weekly treatment sessions. Primary outcomes were mean reduction of daily pads and mean reduction of ICIQ-SF score four months after surgery. The significance level was set at
P < 0.05. Results: 85 patients completed the study. Differences between treatment groups (G1 and G2) in terms of mean reduction in daily pad usage, 24 hr pad test, and ICIQ-SF scores were not statistically significant ( P > 0.05). The control group differed from G1 in daily pad usage (P ¼ 0.01) and ICIQ-SF score (P ¼ 0.0073). Intergroup comparisons revealed
that 57.7% of the volunteers in G1 and 50% of the individuals from G2 no longer used pads by the end of the treatment period (P ¼ 0.57). In the control group, 22.6% were not using pads four months after surgery, with statistical difference compared to G1 (P < 0.05).

Conclusions: The Pilates exercise program proved to be as effective as conventional PFME to
speed up continence recovery in PPUI. It also achieved a higher rate of fully continent patients when compared to the control group in the short-term. Neurourol. Urodynam.


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