quinta-feira, 16 de abril de 2015

Para onde vai a gordura na perda de peso? Nova descoberta surpreende


O que acontece com a gordura do corpo quando emagrecemos? Durante muito tempo se imaginou que ela era convertida em energia. De fato, parte dela é transformada em calor. Mas, de acordo com um estudo realizado pela escola de biotecnologia e ciência biomolecular da University of New South Wales, na Austrália, o processo da perda de peso é ainda mais complexo.

Apesar da obsessão mundial pela busca de um corpo perfeito, um grande número de especialistas da área de saúde não é capaz de responder a esta pergunta corretamente. Segundo cientistas australianos, a maior parte da gordura eliminada no emagrecimento é colocada para fora do corpo na forma de dióxido de carbono (CO2), durante a respiração. O trabalho, liderado pelo pesquisador e apresentador de TV Ruben Meerman, mostra que perder 10kg de gordura requer a inalação de 29kg de oxigênio. Este processo metabólico produziria 28kg de CO2 e 11kg de água.

Ruben Meerman se interessou por entender o processo de perda de peso em 2013. Depois de emagrecer 15kg, quis compreender para onde iria a gordura perdida, e acabou chegando à reveladora descoberta publicada no “British Medical Journal”.

– Com a crise mundial de obesidade ocorrendo, todos nós deveríamos saber a resposta desta simples questão: para onde vai a gordura? O fato de que quase ninguém poderia responder isso me pegou de surpresa – ele revela.

No entanto, o simples ato de respirar com mais frequência não é capaz de causar perda de peso. Realizar o movimento mais vezes do que o exigido pelo metabolismo pode levar à hiperventilação, causando tonteira, palpitações e perda de consciência. A maneira mais eficaz de queimar gordura continua a mesma: aliar a prática de exercícios físicos a uma alimentação saudável, sempre sob a supervisão de profissionais.

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Acupuntura é eficaz no tratamento de dores crônicas


Uma análise de 29 estudos clínicos feita por cientistas da Memorial Sloan-Kettering Cancer Center (EUA), mostrou que a acupuntura é melhor que o uso de placebo para o tratamento de alguns tipos de dor crônica, como a lombalgia e a cefaleia. Os resultados foram divulgados essa semana na revista Archives of Internal Medicine.
Os pesquisadores utilizaram informações de estudos clínicos feitos com um total de 17.992 pacientes dos Estados Unidos, Grã-Bretanha, Alemanha, Espanha e Suécia. A acupuntura se mostrou superior no tratamento da dor crônica tanto em relação ao grupo que não recebeu nenhuma terapia quanto ao que recebeu acupuntura simulada, quando as agulhas são introduzidas na pele, mas fora dos pontos específicos. Também foram usadas nos estudos analisados agulhas retráteis (que não ultrapassam a pele dos pacientes), acupuntura a laser e nenhum tratamento.
Os pacientes deram "notas" de zero a dez para o grau de dor que sentiram ao final de cada sessão. Segundo os estudiosos, os pacientes que receberam acupuntura apresentaram menor dor nos casos crônicos de lombalgia, osteoartrite e cefaleia que os pacientes tratados com acupuntura simulada e outros tratamentos placebos.
A técnica criada há pelo menos 2.500 anos pelos chineses era posta em dúvida até hoje porque, em muitos estudos, apresentava resultados não suficientemente melhores que o tratamento placebo. De acordo com os autores, os dados dessa análise com pacientes em testes clínicos de alta qualidade fornecem as mais robustas evidências de que a acupuntura é uma boa opção para pacientes com dor crônica.

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PACIENTE VEIO FAZER PILATES COM O DIAGNOSTICO DE DOENÇA DE PAGET- O QUE É ? POSSO CONTINUAR?


A doença de Paget é uma doença do osso , sendo um distúrbio benigno, sistêmico, que altera a velocidade do metabolismo ósseo. A velocidade da reabsorção e construção ósseas (e.g., ações osteolíticas e osteoblásticas) estão aumentadas causando a destruição progressiva de ossos do organismo, e posterior reconstrução de um osso desorganizado.
 Não há causas conhecidas da doença de Paget, embora fatores hereditários e ambientais sejam implicados como facilitadores da doença.

Sintomas

Na grande parte dos casos, esta doença é assintomática, ou seja, não gera sintomas, e costuma ser diagnosticada através de uma radiografia óssea feita por outro motivo qualquer (e.g., Rx de tórax de rotina,etc...). No entanto, em alguns casos podem haver sintomas, sendo os principais dor óssea e tumorações ósseas nos sítios de doença, perda auditiva (por alterações dos ossos do ouvido), fraturas e suas complicações. Mas raramente, quando grandes ossos , tibia e femur, são atingidos, dor ao carregar peso pode surgir. A dor da doença de Paget é contínua, não melhorando com repouso, e por vezes, piora à noite.

Diagnostico

 É feito por exclusão de outras doenças que alteram o metabolismo ósseo, associados às alterações ósseas típicas. A fosfatase alcalina encontra-se aumentada em boa parte dos casos, sendo outra fonte comum de diagnóstico da doença. m em homens que em mulheres.

Tratamento

O tratamento somente está indicado em pacientes com dor óssea, ou naqueles com acometimento de regiões de perigo (como a coluna vertebral, ou a articulação do quadril, por exemplo). O tratamento mais comum é feito com uso de bisfosfonatos (alendronato), por 06 meses.

Evolução

Normalmente a doença tem curso benigno, com lenta progressão. Complicações são raras, e estão mais associadas com as fraturas dos ossos acometidos. Mais raramente transformação da lesão ósseas para osteosarcoma pode ocorrer.

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terça-feira, 14 de abril de 2015

Comer mal e muito, é um fator que pode desencadear diabetes tipo 2


Escolhas saudáveis e prática de atividade física podem retardar e até evitar desenvolvimento da doença.

Diz a sabedoria popular que “você é o que você come” e, dessa forma, as práticas nutricionais de uma pessoa podem influenciar diretamente a sua saúde e a sua qualidade de vida. No caso dos portadores de diabetes tipo 2, a máxima nunca foi tão verdadeira, visto que o controle nutricional combinado à prática de atividades físicas é fundamental para prevenir, retardar e tratar dessa doença metabólica.

De acordo com a médica especialista em nutrição clínica e obesidade, Ana Luiza Varela Barbosa, da clínica Slim Form, da capital paulista, comer mal e comer muito pode ser o início de uma cascata que leva ao diabetes, ainda mais quando a este hábito se soma o sedentarismo, resultando em obesidade, que aumenta a resistência insulínica, sobrecarrega as células produtoras de insulina e chegando ao diabetes tipo 2. Sentiu o drama da “bola de neve”? “E o quadro é sem volta: a partir do diagnóstico da doença, ela pode ser controlada, mas não mais curada”, frisa Ana Luiza.

Alimentação em foco

Quando um diabético recebe o diagnóstico da doença, geralmente o primeiro pensamento é o de que terá de deixar de comer coisas gostosas ou que vai passar fome, o que não é verdade. Todavia, é preciso atenção redobrada com a famosa pirâmide alimentar, ou seja, com os nutrientes que devem ser ingeridos para que a doença metabólica mantenha-se sempre controlada.

No Brasil, desde 1998 a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) conta com uma legislação específica para conceituar os produtos light e diet, tendo como referência as normas internacionais do Codex Alimentares, um tipo de fórum internacional de normatização de alimentos. “Há portarias rígidas específicas para alimentos para fins especiais, nutrição complementar, alimentos embalados e, principalmente, rotulagem de alimentos embalados”, cita a médica. Além disso, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) estuda e fiscaliza possíveis irregularidades que possam surgir. Tal rigor se faz necessário porque a diabetes é uma doença que pode colocar a vida do portador em risco ao levar à complicações silenciosas em órgãos vitais como rins e coração. “Devemos procurar cada vez mais marcas confiáveis, dando preferência aos produtos naturais, evitando, assim, a ingestão inadequada de calorias e nutrientes”.

Atenção redobrada

As crianças não estão livres da obesidade e, consequentemente, dos riscos de desenvolver uma diabetes tipo 2. Além disso, todo mundo precisa ficar atento ao que ingere, por mais gostoso que seja. “Balas, doces e refrigerantes são alimentos consumidos em larga escala e que possuem grande quantidade de açúcares em sua constituição. Por isso, cuidado. Atenção também com as massas, pois após serem ingeridas, se comportam também como açúcar, ainda que não sejam doces”, ensina a especialista em nutrição clínica e obesidade.

A indústria nacional tem insistido na tecnologia e no desenvolvimento de produtos light e diet que são, cada vez mais, consumidos pela população. Ainda assim, “comidas saudáveis, frutas e verduras são fáceis de consumir, evitam a obesidade e trazem bem-estar. Há receitas fáceis e gostosas que qualquer pessoa pode fazer”, diz a médica, citando a lasanha feita com abobrinha no lugar da tradicional massa como um dos exemplos de redução de calorias de um prato clássico, sem que se perca várias horas tentando elaborar uma refeição gostosa e saudável.

Comer a cada três horas também é importante, mas o diabético deve ficar atento ao que vai consumir. Deixe os doces e pães de lado e invista em até três frutas por dia. Na hora de fazer o prato, a especialista indica que se divida o recipiente em quatro porções: duas para verduras e legumes, uma para os grãos e a última, para carnes. Seguindo a moderação, é possível controlar a diabetes sem ficar com vontade ou passar fome.

Entenda a doença

“A diabetes é um grupo de distúrbios metabólicos que compartilha o fenótipo de hiperglicemia”, sintetiza Ana Luiza Vilela Barbosa. Enquanto no tipo 1 há a destruição de mais de 80% das células beta – fabricantes de insulina no pâncreas –  por causa autoimune, no tipo 2, que compreende 90% dos casos de diabetes, 80% dos portadores são obesos ou estão no sobrepeso.

Bons hábitos alimentares, controle do colesterol, redução da circunferência abdominal podem diminuir a resistência insulínica, retardar o desgaste das células Beta pancreáticas ou até impedir o aparecimento da doença. Exercícios físicos regulares são fundamentais não só na prevenção, como também no tratamento dessa resistência insulínica, de acordo com Ana Luiza.

Em todo o mundo, a epidemia da diabetes já é realidade, com mais de 120 milhões de diabéticos de diversas faixas etárias e nacionalidades. “No Brasil, 12% da população urbana entre 30 e 68 anos são diabéticos tipo 2 e, embora não possamos generalizar, ainda falta prática no controle e manuseio desses pacientes, não só pela equipe formada em nutrição como por todos os profissionais da área da saúde”, alerta Ana Luiza.

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Esporte e diversão aliados para melhorar a qualidade de vida das crianças


Os pais e mães modernos têm um cuidado cada vez maior na escolha das atividades desenvolvidas pelos filhos que, em pleno período de férias, o que não lhes falta é energia: correr, pular, virar cambalhotas e muitas outras atividades tornam-se ainda mais intensas no dia a dia. Em Maceió, as crianças têm uma nova opção de atividade física que alia bem-estar à diversão. O Studio Le Corps Pilates oferece o Pilates Kids, com todos os benefícios do pilates incorporados às atividades lúdicas e educativas que visam prender a atenção da garotada.

Segundo explica a fisioterapeuta Amanda Mendonça, que integra a equipe multiprofissional do Le Corps, a prática dessa atividade proporciona flexibilidade, melhoria na postura e força muscular, trabalha a coordenação motora, consciência corporal, a respiração e a concentração. “O Pilates Kids também ajuda no convívio social das crianças, que encontram nas aulas a oportunidade de fazer novos amigos.

É, ainda, uma forma dos pequenos utilizarem melhor o tempo ocioso, evitando passar um tempo maior em frente ao computador e ao vídeo game”, acrescenta a fisioterapeuta. O Pilates Kids oferece uma atividade física à criança e ao adolescente direcionada, respeitando sempre os limites e necessidades de cada praticante. Sempre com aulas dinâmicas, baseadas em exercícios e aparelhos diferentes, esta modalidade de esporte e diversão tem conquistado os pequenos praticantes de Pilates e direciona o excesso de energia na fase infantil. No Le Corps, as aulas são personalizadas e podem ser feitas em grupos de até quatro crianças.

“Esta é uma das melhores formas de aproveitar a energia infantil e explorar os movimentos que gastem alto valor energético. O Pilates Kids também traz benefícios efetivos às crianças que precisam reduzir peso, em especial, além de melhorar a postural global. Com a prática recorrente do Pilates, as diferenças na qualidade de vida da criança são notáveis em muitos aspectos, inclusive na melhora do sono e da digestão”, completa Amanda Mendonça.

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ACUPUNTURA MÉDICA NA DOR ABDOMINAL E PÉLVICA


A dor de origem visceral é uma das razões mais freqüentes de consulta nos serviços de clínica geral e gastroenterologia, com uma taxa de incidência anual de 15 para 1000 pessoas.

As dores viscerais podem ser causadas por processos inflamatórios de origem infecciosa ou química (como gastrenterites, colites, pancreatite entre outras), isquemia e alterações estruturais, como neoplasias em órgãos internos, mas nem sempre.

Os distúrbios funcionais de vísceras torácicas, abdominais ou pélvicas, são as causas mais freqüentes das síndromes dolorosas de origem visceral, que nem sempre está associada a alguma lesão. Por exemplo, um estímulo de baixa intensidade pode provocar ativação de aferentes sensoriais da víscera, como a pressão gasosa no interior do tubo digestivo.

Por outro lado, alterações estruturais importantes de um órgão interno podem não causar sensação de dor, enquanto a distensão na parede muscular das vísceras ocas e na cápsula das vísceras sólidas são causas comuns de dor visceral.

Alguns setores das vísceras não dispõem de receptores sensoriais e, portanto, não geram dor, ou são dotadas de terminais sensitivos relacionados com a captação de sinais provenientes de lesões, mas que não evocam percepção consciente, embora provoquem reações autonômicas.

Não há no córtex cerebral, região cuja ativação proporciona (entre muitas outras coisas) percepções sensoriais corporais precisas, uma representação para as vísceras, ou órgãos internos. Nos córtices sensorial e motor (nas duas margens da fissura de Rolando) que sediam, respectivamente, percepções somáticas discriminativas e os processo de comandos motores que dão início ao movimento corporal, os mapas são completos, mas não incluem coração, pulmões, estômago, intestinos, fígado, rins e outras estruturas intratorácicas ou abdominais.
Organização topográfica do córtex motor
Organização topográfica do córtex sensorial


Áreas de Penfield
"Homúnculo" de Penfield - as proporções da anatomia na representação do corpo no córtex cerebral.

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quinta-feira, 9 de abril de 2015

Pilates também é remédio


Quando bem fundamentados, os exercícios de Pilates ensinam a organizar e ativar a musculatura para estabilizar a coluna. É por esse motivo que a dor óssea ou muscular, não é apenas aliviada, mas na maioria das vezes, curada. Uma vez entendida pelo aluno, é possível incorporar a técnica ao cotidiano.

Para dores, analgésicos ou fisioterapia. A recomendação parece lógica para quem sofre com problemas na coluna cervical ou agulhadas diárias e intermitentes na lombar. A matemática da dor, entretanto, nos últimos anos, ganhou um potencial fator de cura.

Incorporado gradualmente ao receituário médico, o Pilates deixa o âmbito restrito ao fitness e passa a ser usado como alternativa no tratamento de problemas ortopédicos, neurológicos e respiratórios. A modalidade existe desde a Primeira Guerra Mundial. Na época, seu significado limitava-se a um dos sobrenomes do alemão Joseph Pilates, precursor da atividade. A proposta trabalha a idéia de consciência corporal.

“Exercícios lentos e bem executados promovem equilíbrio do organismo e ajudam a eliminar a dor.”, explica Silvia Gomes, diretora da Aliança Brasileira de Pilates (ABRAP) e dona de um estúdio de Pilates que leva seu nome, em São Paulo.

Na contramão do analgésico, a técnica, segundo Silvia, tem um efeito duradouro e educativo. “Quando bem fundamentado, os exercícios ensinam a organizar e ativar a musculatura para estabilizar a coluna. É por esse motivo que a dor óssea ou muscular, não é apenas aliviada, mas na maioria das vezes, curada. Uma vez entendida pelo aluno, é possível incorporar a técnica ao cotidiano.”

Os resultados, na visão da especialista, podem ser sentidos logo após as primeiras aulas. “Tenho centenas de alunos com casos de dor. Na grande maioria das vezes, o sintoma forte, agressivo, melhora após a segunda aula.”

Os efeitos poderosos são conseguidos por meio de aparelhos robustos, elásticos e bolas de plástico enormes, utilizadas para realizar exercícios diferenciados que a técnica propõe. No caso da lombalgia crônica, Silvia explica que o treino estimula a mobilidade da caixa torácica, alonga os músculos que estão entre as costelas e desperta o volume tridimensional do corpo. O trabalho combina respiração, movimento, flexibilidade e força. “Ensinamos como respirar adequadamente e qual a movimentação ideal para mobilizar as vértebras e as costelas.”

Embora a modalidade não imponha limites de idade para a prática, a profissional alerta que é preciso conhecer o histórico, os objeitvos e as possíveis doenças ou restrições de cada aluno. Em seu estúdio, ela revela que já tratou pessoas com complicações sérias, provocadas por exercicios executados sem cuidados por outros profissionais.

“Em um exercicio simples de massagear o corpo do aluno com o bolão de plástico o instrutor pode quebrar a coluna cervical de um aluno que tenha osteoporose. Já vi isso acontecer muitas vezes. A técnica é séria, não pode ser realizada por qualquer um, exige capacitação.”

Comprovação científica

Depois de arrebatar marombeiros, sedentários e doloridos, a modalidade começa a ganhar embasamento científico e endossa seu valor terapêutico. A fisioterapeuta da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Camila Pinhata Rocha, analisou os efeitos do pilates no tratamento da lombalgia crônica e fundamentou sua tese de doutorado no assunto.

Para comparar resultados, a pesquisadora tratou um grupo de mulheres com eletroterapia, um aparelho usado pela fisioterapia para trabalhar a dor, e outro conjunto de pacientes recebeu sessões semanais de pilates.

A escrevente judiciária Núbia Maria Medeiros Feltre, de 40 anos, foi uma das 36 mulheres sedentárias, com crises severas de dor na lombar, que não faziam o uso de medicamentos, a participar do estudo desenvolvido por Camila.

Os dados foram satisfatórios em ambos os grupos pesquisados. Camila explica, porém, que os pacientes que utilizaram o aparelho voltaram a ter problemas pouco tempo após o término da pesquisa, efeito que não foi sentido pelo grupo que freqüentou as aulas de pilates. “A eletroterapia não dá condição muscular, consciência corporal que o pilates promove. A dor não é tratada, apenas amenizada.”

Asma e impotência

A gama de atuação da modalidade é ampla e curiosa. A fisioterapeuta da Unicamp revela resultados positivos em pacientes com asma e bronquite. “A atividade trabalha corpo e mente, pede que o aluno conheça o corpo, aprenda a respirar corretamente e promove condicionamento cardiovascular”.

Silvia Gomes comenta que muitos atletas, após sofrerem um processo cirúrgico ou um lesão grave, recorrem ao pilates em busca de reabilitação. O trabalho foca um fortalecimento muscular e permite que o esportista volte a praticar a modalidade em pouco tempo. “Montamos um treino que atenda a necessidade e respeite os limites de cada aluno. A variedade de aparelhos e exercícios é enorme e evolutiva.”

Aprender a relaxar e contrair os músculos de maneira mais eficiente eleva a qualidade de vida pessoal e sexual. Segundo os profissionais, a técnica pode ajudar a combater a impotência sexual, no caso dos homens, e dar firmeza ao períneo feminino. Silvia revela que os exercícios trabalham o assoalho pélvico, estimulam a ativação do transverso do abdome, conhecido como o cinturão de força do corpo. “O aluno aprende a sensibilizar essa região. O movimento é muito pequeno, é preciso aprender a relaxar para conseguir contrair e sentir os benefícios.”

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