sexta-feira, 3 de julho de 2015

Descubra os momentos certos do dia para ingerir água



Para manter o organismo hidratado e saudável recomenda-se beber ao menos dois litros de água ao dia. “A água é um nutriente essencial para o corpo, porque ela tem muitas funções e compõe dois terços do peso corporal”, diz a nutricionista Elisa Blazquez Blanco.

Aqui, a especialista indica as melhores momentos do dia para beber água:

– Beber um copo de água logo depois de acordar, em jejum, ajuda a ativar os órgãos.

– Beber um copo de água antes de tomar banho irá ajudá-la a baixar a pressão arterial.

– Para evitar problemas cardíacos, tome um copo de água antes de dormir.

Se pratica alguma atividade física, a nutricionista indica beber água em intervalos curtos e sempre que a atividade permitir.

“O ideal seria beber aproximadamente 500 ml duas horas antes do exercício e uns 250 ml a cada 15 minutos depois de começar a se movimentar.”

Beber um copo 30 minutos antes de casa refeição influencia positivamente no processo digestivo.


Matéria publicada no site O Debate

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quinta-feira, 2 de julho de 2015

A dança é uma atividade física completa para a criança, mas é preciso moderação



Uma ótima forma de introduzir a dança para crianças mais novas é recorrer às brincadeiras que trabalham o corpo como um todo.


Para crianças menores de 7 anos, colocar o corpo para mexer é mais importante do que aprender a técnica.

A dança é uma atividade física completa. Ela ajuda seu filho a gastar energia de maneira prazerosa. Porém, antes de sair por aí procurando o melhor tipo de dança, é preciso levar em conta as vontades da criança. Não é porque você não conseguiu fazer aquela aula de balé que tanto queria na infância que sua filha vai gostar da modalidade também.

Existem muitas escolas especializadas que oferecem aula dos mais diversos tipos: clássico, jazz, sapateado, hip hop… O melhor é ajudar seu filho a entender como funciona cada tipo de dança e ajudá-lo a decidir. “É muito importante que os pais respeitem os limites da criança”, ensina a dançarina Cintia Napole, diretora artística da escola Vilinha – Dança para Criança, de Curitiba (PR). A especialista explica que o normal é que até os 7 anos, o ideal é ensinar movimentos que trabalhem a consciência corporal. A técnica começa a ser ensinada só para crianças mais velhas.

Uma ótima forma de introduzir a dança para crianças mais novas é recorrer às brincadeiras que trabalham o corpo como um todo. Vale desde Ciranda Cirandinha até pular corda e brincar com bambolê. “Essa movimentação é prazerosa e já está construindo um aprendizado importante para a dança”, afirma Cintia.


Matéria publicada no site Revista Crescer


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Por que treinar no inverno?





Porque a saúde deve estar sempre em primeiro lugar; porque é saudável; porque estará com o corpo em forma no verão; porque o frio abre o apetite e ganhar peso é um grande risco; e porque a atividade física é bem-vinda em qualquer estação do ano.


Não há outra forma de evitar o efeito sanfona sem ser controlar a dieta e fazer atividade física durante todo o ano.

Porque a saúde deve estar sempre em primeiro lugar; porque é saudável; porque estará com o corpo em forma no verão; porque o frio abre o apetite e ganhar peso é um grande risco; e porque a atividade física é bem-vinda em qualquer estação do ano. Não se convenceu?

Médico com especialização esportiva e pós-graduação em cardiologia e nutrologia, Saulo Peronick Ventura desmistifica a ideia de que malhar no frio queima mais calorias. “No inverno, há um gasto maior de energia para manter a temperatura corporal (36,5 graus), não tem nada a ver com o exercício. Tudo tem a ver com balanço calórico e quantidade de alimento ingerido. Com a baixa temperatura, a tendência é a ingestão de alimentos mais calóricos e as pessoas têm vontade de ficar mais em repouso.”

O que muda nesta época são os cuidados na hora da prática de qualquer atividade física. “No frio, é fundamental a hidratação, que muitos deixam de fazer adequadamente. Apesar de perdermos mais água no verão, ela não pode ser esquecida no inverno. E é preciso se aquecer, porque o músculo fica mais em repouso e tem de ser colocado em movimento. Caso contrário, o risco de lesão é maior.”

Saulo explica que não é, necessariamente, época para mudar os exercícios, passar para aqueles que exigem mais esforço, focar mais nos aeróbicos, por exemplo, ou naqueles que proporcionam maior queima de gordura. “Não é o tipo de exercício que definirá a perda de peso no inverno. Mais uma vez, é o consumo da alimentação calórica que o fará engordar. O ideal é nunca parar com a atividade física e é preciso escolher aquela que lhe dá prazer. Para haver benefício, o exercício tem de ser contínuo, para melhorar a imunidade, garantir peso adequado, dar disposição (ao contrário do que muitos pensam, ele não cansa), controlar a pressão arterial e o colesterol, ter um envelhecimento saudável. É preciso que todos entendam a importância de ele ser praticado cronicamente. Enfim, é saúde. O lado estético tem de ser planejado como consequência.”


CONDICIONAMENTO

Mesmo em segundo lugar, a busca por um corpo bacana é o desejo de muitos. E quem foge da malhação por causa do frio vai atropelar o condicionamento no verão para tentar recuperar o tempo de hibernação, como exagerar nos exercícios e sofrer com as dores, se arriscar em dietas malucas e errar no uso indiscriminado da suplementação. “As pessoas precisam saber que existem pouquíssimos suplementos que têm comprovação científica. Muitos são reprovados pela Anvisa. O uso de qualquer um é individualizado e não há fórmula mágica. Como o nome diz, é suplemento, e nunca substituirá a refeição. E só é indicado no caso de a dieta do dia a dia ser incapaz de fornecer os complementos que a pessoa precisa para ter, por exemplo, o ganho de massa muscular que desejar.” Saulo alerta que o básico continua valendo: “Ou seja, sono adequado, dieta balanceada e atividade física diária. Receita que todos sabem, mas poucos praticam”.



Tome a decisão certa

O professor de musculação, jump e spinning da Academia Malhação, unidade Funcionários, Renar Antônio Sá da Costa, afirma que o déficit nesta época do ano é maior pela queda de temperatura e por ser um período de férias. Mas reconhece que “o frio espanta muitas pessoas”. No entanto, ele alerta que é a pior decisão. “É uma armadilha. Muitas pessoas, mesmo malhando, ganham peso neste período, porque a alimentação fica mais calórica. Por isso, é importante manter a atividade física e nutrição balanceada, ainda que não seja pecado dar uma escapada com caldos e chocolate quente. O alerta fica para os açúcares, os piores.”


Neste período, Renar enfatiza que é imprescindível aumentar a atenção na hora do treinamento. “Ainda que seja controverso, e dependendo da atividade, alongar é importante. E não tem como esquecer do aquecimento, já que é fundamental produzir calor para as articulações não ficarem susceptíveis a lesões.” O professor lembra que o importante é manter uma atividade física regular, o ano inteiro, e não ser um atleta de época, de estação. Assim, nos meses em que o corpo fica mais em evidência terá apenas de intensificar o treinamento.

Coordenador fitness da Bodytech Savassi, Igor Ravaiani avisa que, independentemente da temperatura, não há outra forma de evitar o efeito sanfona sem ser controlar a dieta e fazer atividade física durante todo o ano, principalmente para quem tem essa tendência de engordar facilmente. “Lute contra a preguiça. Malhar o ano inteiro precisa ser parte da rotina, um estímulo natural.”


CUIDADOS

O certo é que é preciso ter cuidado redobrado com os músculos durante o inverno e as baixas temperaturas. “A intensidade da aula e o comprometimento com a atividade física dependem do objetivo de cada um. Se é perder peso, pode ser uma boa época para fazer exercícios com maior desprendimento de energia. O importante neste período é não abrir mão do aquecimento, seja no futebol do fim de semana ou em qualquer atividade individual ou coletiva”, alerta Igor. Ele ainda chama a atenção para a questão dos agasalhos. “Muita roupa na atividade aeróbica pode levar à desidratação e atrapalhar na hora de se avaliar a postura.”



Matéria publicada no site Saúde Plena


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Entrevista Dr. Joel Steinman - RBS/TV




A filha de Cacau Menezes, entrevistando Dr. Joel Steinman para o programa na RBS.
A entrevista  abordou  o programa de descompressão da coluna vertebral desenvolvido  pelo médico para o tratamento das dores lombares e cervicais. No final , Dr. Joel apresenta seu livro Surfing and Health.



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quarta-feira, 1 de julho de 2015

Fisioterapia é eficaz se feita de forma correta. Avaliação é imprescindível



Um tratamento de fisioterapia sem diagnóstico fisioterapêutico é um tiro no escuro e, infelizmente, acontece com mais frequência do que deveria.


O médico nos examina, faz perguntas e analisa exames para chegar a um diagnóstico, isto é, chegar a uma conclusão sobre a doença que temos e propor o tratamento mais indicado para aquele problema. O remédio prescrito para dor de cabeça não é o mesmo para dor de estômago, e as característica pessoais de cada um também é levada em conta para o tipo de prescrição.

Na fisioterapia acontece a mesma coisa, ou deveria acontecer. O paciente deve ser examinado, interrogado e testes de fisioterapia devem ser feitos para se chegar a uma conclusão sobre a causa do problema. Um tratamento de fisioterapia sem diagnóstico fisioterapêutico é um tiro no escuro e, infelizmente, acontece com mais frequência do que deveria.

Se você é atendido sem uma avaliação inicial e os mesmos procedimentos aplicados em você, que tem uma lombalgia, estão sendo aplicados em alguém com dor no joelho ao seu lado, sem nenhuma boa justificativa, fico muito triste em te dizer que isso não é fisioterapia de qualidade.

O nosso sistema músculo-esquelético é bastante elaborado, e a causa da sua dor no joelho pode não ser a mesma da do seu amigo. Um pode ter dor por uma instabilidade articular e o outro porque se movimenta com alto impacto. O tratamento para essas duas condições são diferentes, então a resolução do problema só será efetiva através de um correto diagnóstico.

Fisioterapia funciona, e muito bem, se feita corretamente. Exija e procure profissionais que lhe deem a devida atenção e que realizem uma avaliação para chegar ao diagnóstico fisioterapêutico, e assim tratar o caso da maneira adequada.


Matéria publicada pelo site Eu Atleta


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Genes têm influência na predisposição a lesões e no tempo de recuperação



Dados epidemiológicos demonstram a existência de diferenças interindividuais na severidade e na frequência com que lesões ocorrem. Fatores ambientais e genéticos possuem um importante papel na predisposição à ocorrência dessas lesões.

Um jovem está se preparando há algum tempo para uma série de maratonas e lesiona seu tendão de Aquiles. Os médicos sinalizam a necessidade de um tempo de recuperação. O processo acaba sendo mais lento do que o esperado e, após a segunda maratona, o jovem sente novamente a lesão.

O tendão de Aquiles conecta os músculos da panturrilha ao osso do calcanhar. O termo tendinopatia descreve uma inflamação ou pequenas rupturas no tendão. Pode ser crônica ou aguda e ocorre em decorrência de movimentos repetitivos durante alguma atividade ocupacional ou durante atividades esportivas. Atletas que tensionam o tendão de Aquiles têm maior probabilidade em desenvolver tendinopatia.

Dados epidemiológicos demonstram a existência de diferenças interindividuais na severidade e na frequência com que essas lesões ocorrem. Fatores ambientais e genéticos possuem um importante papel na predisposição à ocorrência dessas lesões.

Um polimorfismo de nucleotídeos único (SNP), é uma variação genética que ocorre na sequência do DNA. Essas alterações podem ocorrer em regiões do genoma que codificam genes ou em regiões reguladoras e podem afetar a resposta individual a diversos fatores, inclusive à propensão a lesões e o tempo de recuperação. SNPs em genes relacionados à biologia dos músculos, tendões e ligamentos têm sido relacionados com o aumento da gravidade e da predisposição à ocorrência de lesões .

Um SNP  localizado no gene MMP3 apresenta essa característica. As metaloproteinases de matriz são as principais responsáveis pela degradação e remodelação da matriz extracelular. As variações nesse gene podem alterar o bom funcionamento de tendões e ligamentos.

Estudos demonstram que indivíduos com o genótipo variante do SNP no gene MMP3 são mais vulneráveis a lesões. O risco só dessa variante foi 2,5 vezes maior. Outros estudos continuam a ser realizados para determinarmos outros genes que possam contribuir para esse risco.

Cada vez mais o acompanhamento de atletas passa a ser individualizado e, no caso do maratonista, o tratamento e a recuperação da sua lesão devem ser diferenciados, levando em consideração que ele possui uma genética que agrava ainda mais o seu quadro.


Matéria publicada pelo site Eu Atleta


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Avaliação biomecânica filma corredor e pode qualificar os movimentos



A avaliação biomecânica é um recurso capaz de detectar alterações durante a corrida que podem levar a lesões e prejuízos no desempenho.  Funciona através da filmagem do corredor e do uso de um programa de análise do movimento, onde cada fase da passada é avaliada minuciosamente. Para entender o caso de cada pessoa de forma mais completa são somadas informações sobre força muscular, postura, flexibilidade e esquema de treinamentos.

Dúvidas sobre a avaliação:


É só para profissionais?


Não. A avaliação biomecânica é importante para todo corredor que esteja lesionado, que queira prevenir lesões ou que almeje melhorar sua mecânica de corrida.


Se a avaliação detectar alguma alteração, como proceder?


Com os dados da avaliação é possível elaborar um tratamento específico e focado para cada corredor. Ele pode consistir em fortalecimentos, educativos de corrida, orientações e dicas.


É possível melhorar a forma como eu corro?


Sim. O corpo tem uma incrível capacidade de aprendizado. O estímulo correto, repetido o número de vezes necessário, se torna algo natural.


Exemplos de alterações biomecânicas detectadas na avaliação:


Passadas muito longas (aterrissagem distante do tronco):Associado a síndrome femoro – patelar.
Inclinação da pelve e do joelho para dentro (valgo e dinâmico):Associados à síndrome da banda ilítotibial
Alto impacto na aterrissagem:Associado à fratura por stress da tíbia e fascite plantar.
Pronação excessiva do tornozelo:Associado à fascine plantar e canelite (síndrome do stress tibial medial).


Matéria publicada pelo site Eu Atleta


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